Saiba como aproveitar o melhor da câmera do Galaxy Note8 para obter fotos incríveis

Saiba como aproveitar o melhor da câmera do Galaxy Note8 para obter fotos incríveis

Recurso de estabilização ótica da imagem e modo Foco Dinâmico são alguns dos diferenciais que permitem fotos cinematográficas

S8

Um dos grandes destaques do Galaxy Note8, o melhor smartphone multitarefa para quem busca conciliar diversas atividades, é a sua dual câmera, capaz de eternizar momentos com imagens ainda mais vivas. Para tirar fotos que se destacam, a Samsung preparou algumas dicas para explorar os inúmeros recursos que fazem do Galaxy Note8 o melhor companheiro para quem não perde um clique.

Fotos com qualidade profissional

S8Com a Dual Câmera do Galaxy Note8 até os mais inexperientes fotógrafos podem apresentar cliques com qualidade profissional. Um dos recursos que permitem esse resultado é o Foco Dinâmico. Com seu duplo sensor é possível selecionar o grau de desfoque do fundo da imagem, garantindo fotos mais profissionais sem que se perca tempo ajustando o  foco. Para tirar fotos impressionantes com essa funcionalidade, deve-se ativá-lo na hora de fazer a foto e ajustar o desfoque do fundo conforme for mais conveniente. Após o disparo, é possível editar a imagem, alterando a intensidade do desfoque ou retirá-lo por completo. Além disso, com a Captura Dupla, também é possível tirar, com um único clique, duas imagens com enquadramentos diferentes, para escolher entre um registro em close-up ou panorâmico.

Outro recurso exclusivo do Galaxy Note8 é o zoom ótico de duas vezes que não interfere na qualidade da imagem. Para acionar, basta tocar no ícone próximo ao botão de captura, indicado com o “2x”. Outra maneira de controlar o zoom é com o movimento de pinça na tela ou configurando o botão de volume para essa função, nas configurações da câmera.

O modelo possui ainda estabilizador de imagem ótica (OIS) em ambas as lentes – de grande angular e telefoto, que permitem capturar imagens ainda mais nítidas. Já o sensor Dual Pixel com Auto Foco rápido, possibilita tirar fotos mais claras mesmo em ambientes pouco iluminados.

Tenha a mão o seu modo de câmera favorito

S8O Galaxy Note8 conta com diversas funções personalizadas de acordo com o tipo de foto que a pessoa quer tirar. Entre os modos de câmera está o de alimentos, profissional – que permite alterar a sensibilidade ISO, tempo de exposição, balanço de branco, etc – panorama, entre outros. Para acessar rapidamente os recursos preferidos, é possível incluir um atalho na tela inicial de forma muito simples: basta acessar a aba modos, tocar no menu de três pontos na parte de cima da tela e adicionar os atalhos preferidos à tela inicial. Dessa forma, fica rápido e fácil acessar os tipos de imagem favoritos que se deseja fazer.

Garanta as selfies mais incríveis

S8

Para quem ama tirar uma selfie, seja sozinho ou com várias pessoas, encontrará no Galaxy Note8 uma série de diferenciais para a foto perfeita. Isso por que o smartphone possui diversas opções de disparo que garantem o clique sem imagens tremidas. É possível, por exemplo, habilitar o botão de captura flutuante, que pode ser posicionado onde a pessoa quiser, garantindo mais conveniência na hora da selfie. O Galaxy Note8 permite tirar fotos apenas com a palma da mão, por meio da função “Controle por gestos”, que pode ser ativada tocando no ícone “definições”, quando a câmera frontal estiver ativada. Também é possível efetuar o disparo ativando o sensor de frequência cardíaca na parte traseira do aparelho no momento que a reconhece o rosto da pessoa, ou ainda por comando de voz dizendo, por exemplo, “Capturar” ou “Disparar”.

Disponível na cor preta, o Galaxy Note8 está à venda nas lojas Samsung e principais redes varejistas do país em versões de 64GB, com preço sugerido de R$ 4.399,00 e 128 GB de memória, por R$ 4.799,00

Saiba mais sobre o aparelho: Galaxy Note8

Fonte: Assessoria de Imprensa

“Apps” de saúde põem em risco milhões de dados pessoais, segundo um estudo

“Apps” de saúde põem em risco milhões de dados pessoais, segundo um estudo

Fonte: Agência Efe

 

Os aplicativos de saúde para celulares põem em risco os dados pessoais de milhões de usuários, segundo um estudo europeu, que analisou em profundidade os 20 “apps” de saúde para Android mais utilizados.

O estudo, que começou em 2016, detectou que 80% dos aplicativos de saúde mais populares disponíveis para Android não cumprem com muitos dos padrões para evitar o uso e a divulgação de dados sensíveis dos usuários.

No trabalho participaram pesquisadores da Universidade Rovira i Virgili (Espanha) e da Universidade do Pireo (Grécia).

Segundo informou a URV, os pesquisadores selecionaram aplicativos que tinham de 100 mil a 10 milhões de downloads cada um e, para analisar seus funcionamentos, interceptaram, armazenaram e monitoraram os dados privados dos usuários, como problemas de saúde, doenças e agendas médicas.

Os especialistas analisaram as comunicações dos aplicativos, como armazenavam a informação ou que permissões requeriam para poder funcionar, assim como a maneira como administravam os dados.

Segundo a universidade espanhola, os resultados demonstraram que só 20% dos aplicativos armazenam os dados nos smartphones dos usuários, e um de cada dois solicitava e administrava as contra-senhas de início de sessão sem utilizar uma conexão segura.

Os pesquisadores também detectaram que 50% dos aplicativos compartilhavam com terceiros dados pessoais, tanto de texto como multimídia, como imagens de raios X, por exemplo.

Além disso, mais da metade transmitiram dados de saúde dos usuários através de ligações HTTP, o que acarreta, segundo a URV, que qualquer pessoa que tenha acesso possa dispor destes dados.

Dos aplicativos submetidos ao estudo, 20% não transmitiam ao usuário nenhuma política de privacidade ou o conteúdo não estava disponível em inglês, o idioma da aplicação.

Outros pediam acesso à geolocalização, microfones, câmera, lista de contatos, cartão de armazenamento externo e Bluetooth dos usuários, embora esses dados não faziam falta para o bom funcionamento do aplicativo.

Os pesquisadores comunicaram às empresas responsáveis pelos aplicativos todos os problemas de segurança detectados e passado um tempo, voltaram a avaliá-los com os mesmos parâmetros do estudo inicial.

Embora tenham detectado que algumas carências tinham sido resolvidas – como transferências de dados de saúde insegura e a possibilidade de identificar os usuários devido a transferências de dados inseguros a terceiros -, outros problemas, como o vazamento de dados de uso dos aplicativos, não tinham sido corrigidos.

Aplicativos que limpam memória e resfriam smartphones

Aplicativos que limpam memória e resfriam smartphones

Os aplicativos prometem limpar os arquivos que prejudicam a performance do aparelho e ainda ajudam a diminuir a temperatura, resfriando o processador.

 

Os smartphones são dispositivos próprios para baixarmos aplicativos, certo? Certo… agora, quantos aplicativos nós podemos deixar abertos ao mesmo tempo? Será que existe uma competição de recursos do aparelho? A resposta é sim!

Esses “aparelhinhos” possuem uma memória que é consumida conforme o uso. E acredite, ela é finita, ou seja, tem um limite considerado normal até que a performance do “nosso inseparável amigo” comece a ficar degradada.

Quando instalamos ou executamos aplicativos, vários arquivos temporários são armazenados na memória. É como ele mantivesse os arquivos “prontos” para o próximo uso para não usar recursos do aparelho. Porém esse artifício tem um “preço”: a performance do dispositivo diminui pois com isso mais memória é utilizada.

E a temperatura? Já viu quando o smartphone aquece simplesmente por estar com um app sendo executado? O Waze é um deles. Primeiro pela necessidade de manter a tela acesa o tempo inteiro e segundo pela própria característica do aplicativo (GPS). A alta temperatura prejudica também a bateria. Devido a sua composição química, a alta temperatura é uma grande vilã desse componente, sem ainda falar do risco de explosão.

Existem aplicativos que ajudam a limpar os arquivos temporários da memória além de resfriar o processador:

  • Clean Master;
  • Norton Clean;
  • Virus Cleaner (Hi Security) – Antivirus, Booster;
  • Otimizador de Memória;
  • Super Cooler;
  • Super Rapidez Limpador – Antivírus Accelerator;
  • AVG Cleaner: Limpador de Memória e Cache;
  • Refrigerador de CPU & Bateria;
  • Clean Master – Otimizador de RAM e Antivírus;
  • DFNDR Security: Antivírus, Acelerador & Limpeza.

App

Esses apps estão disponíveis para Android e iOS, ou seja, para uma grande variedade de smartphones.

Muitos prometem ajudar na performance e na diminuição da temperatura. Você tem algum desses instalado no seu smartphone? Deixe a sua opinião.

Vírus no Android: 6 coisas que você precisa saber agora

Vírus no Android: 6 coisas que você precisa saber agora

Você sabia que hackers preferem disseminar vírus no Android? Descubra como se livrar de uma contaminação e se proteger de uma vez desses ataques

 

Os smartphones já se consagraram como parte da vida do brasileiro. Atualmente, são 198 milhões de aparelhos, de acordo com a Fundação Getúlio Vargas, para os 208 milhões de habitantes no país – ou seja, quase 1 aparelho por habitante. Usados no dia a dia por boa parte dessas pessoas, os smartphones carregam informações privadas e dados importantes, como número do cartão de crédito, senhas, contatos e endereços.

A maioria – cerca de 93%, segundo a empresa de análise de dados Katar – desses aparelhos, contudo, tem o sistema operacional Android. E é claro que os criminosos veem neste segmento mais oportunidades de atacar, justamente porque é onde está o maior número de usuários. Para se ter ideia, o aplicativo de segurança DFNDR Security bloqueia, em média, 1 milhão de tentativas de ataques a celulares Android por dia.

Os números são altos, no entanto, ainda existe muita desinformação sobre como esses ataques funcionam e, sobretudo, sobre como se proteger deles. Por isso, reunimos informações fundamentais indicadas pelo time de especialistas do DFNDR Lab, laboratório de segurança digital, sobre vírus no celular. Confira a seguir.

1. De que forma alguém pega um vírus no celular

O celular pode ser atacado quando o usuário baixa um aplicativo infectado. Naturalmente, o usuário pensa que está adquirindo um programa oficial, mas, na verdade, se trata de um vírus. Daí a importância de fazer o download de aplicativos apenas a partir de lojas oficiais, por exemplo, a Google Play. “Antes de baixar algum app, confira também os comentários. E, se houver depoimentos controversos, faça uma pesquisa no Google para se certificar de que é um app seguro”, recomenda Emilio Simoni, diretor do DFNDR Lab.

Outro forma de ataque é através de links maliciosos e arquivos infectados recebidos por meio de mensagens em aplicativos, redes sociais, SMS e e-mail. Por isso, atenção mesmo que o link tenha sido compartilhado por alguém conhecido. (veja mais abaixo como identificar que seu celular foi infectado).

2. O que os vírus podem fazer no aparelho

Por definição, os vírus são um tipo de malware que se instala dentro de um programa ou software executável. Uma vez no celular, podem causar diversos problemas, como tornar o sistema lento, danificar e modificar arquivos; podem ainda enviar mensagens, fazer compras, entre outras coisas, usando a identidade do usuário.

3. Como descobrir se um link é vírus antes de clicar

Geralmente, os links divulgam promoções, chamadas sensacionalistas ou notícias falsas usando nome de pessoas famosas, ou são enviados em mensagens de bancos que você não tem conta, . Mas existe um jeito seguro e eficiente de tirar a prova.

DFNDR Lab conta com uma ferramenta para identificar se um link é falso ou se contém algum vírus. “Ao menor sinal de dúvida, o usuário pode conferir o link no site. A ferramenta é grátis e pode ser usada por qualquer pessoa, quantas vezes for necessário”, explica Simoni. Para usar, basta copiar o link suspeito, colar no campo indicado no site do DFNDR Lab; e o resultado é indicado logo em seguida.

Tenha em mente que mesmo que você conheça quem enviou a mensagem com o link, isso não significa que ela é segura, porque provavelmente seu amigo não sabe que se trata de um link infectado. E esses endereços podem te levar a sites falsos, com conteúdos duvidosos, que geram spam e induzem a instalação do vírus.

4. Como identificar que seu celular foi infectado

Alguns sinais de que um malware foi instalado no seu aparelho são:

  • lentidão,
  • consumo de bateria maior do que o normal,
  • celular desligando sozinho,
  • aplicativos que fecham do nada,
  • notificações de publicidade em excesso,
  • crédito acabando rápido ou conta do celular mais cara,
  • movimentos estranhos nas suas redes sociais (como curtidas,
  • postagens e compartilhamentos que você não fez),
  • aplicativos que você não lembra de ter instalado,
  • apps pedindo registro dos seus dados constantemente.

5. O que fazer para eliminar o vírus no Android

Se você identificou alguma situação estranha com seu aparelho – como as mencionadas acima -, não se desespere! Há uma solução simples para resolver: instale um antivírus no celular. Mesmo que o vírus já tenha infectado o seu aparelho, esses apps de segurança são capazes de identificar e remover a ameaça imediatamente.

6. Como ficar protegido contra ataques

Se você mantiver o antivírus no seu celular, ele continuará protegendo seu telefone de possíveis ataques. Escolha um antivírus de alto nível de eficácia que seja capaz de bloquear as ameaças em tempo real, como o DFNDR Security – único app de segurança com proteção contra ataques também no WhatsApp e Facebook – faz verificações automáticas sempre que um app é baixado, executa varreduras completas em todo o sistema do Android e envia alertas de segurança sempre que o usuário acessa um site falso ou recebe um link infectado.

Para fazer o download grátis do app é só tocar aqui.

Fonte: PSafe

Como navegar de maneira incógnita pelo celular – e que vantagens isso traz

Como navegar de maneira incógnita pelo celular – e que vantagens isso traz

Você sabia que é possível navegar na internet pelo seu celular sem deixar rastros?

Parece complicado, especialmente nestes tempos em que o debate sobre a privacidade na internet está cada vez mais intenso, mas você só precisa de alguns cliques para ativá-la.

Desde que a Apple incorporou a navegação privada em seu navegador Safari há 10 anos, cada vez mais pessoas procuram ​​em fóruns e sites sobre tecnologia como instalá-lo no celular.

 

O que é navegação privada ou de navegação anônima?

 

Muito simples: é uma ferramenta que permite usar a internet sem deixar rastros… ou, pelo menos, não fornecer informações aos anunciantes sobre os sites que você visita.

Também evita que essas páginas sejam armazenadas no histórico do seu computador e que serviços como o Facebook ou o próprio Google sigam seus passos na Internet.

Hoje em dia, praticamente todos os navegadores já oferecem essa opção aos seus usuários através de atalhos de teclado:

– Chrome: Control + Shift + N

– Firefox / Explorer: Control + Shift + P

-Safari: Command + Shift + P

Este tipo de navegação – também conhecida como “navegação pornográfica”, já que muitos usam para ver pornografia ou conteúdo ilegal sem registro – não permite ocultar o endereço de IP do usuário ou fornecer um “anonimato real”, caso um crime seja cometido.

No entanto, é útil para muitas coisas. Por exemplo:

– Abrir sessões paralelas no mesmo aplicativo (por exemplo, Gmail, Facebook ou Twitter), sem ter que sair de nenhum deles.

 

Navegação

 

– Visitar sites que não passam muita confiança (como portais para baixar conteúdo multimídia ou fazer compras on-line) e, assim, evitar malwares (programas maliciosos), que às vezes são inseridos por meio de cookies.

– Encontrar pesquisas fora do seu perfil: a navegação privada oferece resultados para usuários anônimos, não personalizados, como ocorre quando a rede com critérios definidos é utilizada.

– Impedir um site específico de lembrar suas senhas ou dados bancários.

– Impedir que marcas publicitárias e aplicativos na internet usem suas informações a seu favor.

 

Como ativá-lo em um telefone Android?

 

Se você usa o Chrome, você deve clicar no botão de opções do navegador (as três barras horizontais no canto superior direito) e selecionar “Nova janela de navegação anônima”. Para sair, feche a janela.

No caso do Firefox, vá para o botão de opções (as três barras verticais no canto superior direito) e clique em “Nova guia privada”. Em seguida, o navegador abrirá uma nova guia e dirá que está navegando de maneira privada. Você também pode selecionar o ícone da máscara.

 

Como ativá-lo em um iPhone ou iPad?

 

Se você usa o Chrome, siga as etapas acima: a opção “Nova janela anônima”, que você encontrará dentro do menu do navegador.

 

Navegação

 

Se o seu navegador for o Safari, clique no ícone dos quadrados (Painéis) que aparecem na parte inferior direita da tela.

Em seguida, selecione o modo “Privado” (na parte inferior esquerda) e você será anônimo para o Safari. Você pode retornar ao modo normal clicando nessa opção novamente.

 Fonte: BBC
7 sinais de que o seu celular foi hackeado (e o que fazer)

7 sinais de que o seu celular foi hackeado (e o que fazer)

O seu celular armazena informações confidenciais sobre você, desde mensagens privadas a informações pessoais, como contatos, e-mails, contas bancárias… a lista pode chegar ao infinito.

Portanto, se hackearem seu telefone, é melhor agir o mais rápido possível. O problema é que, muitas vezes, não podemos identificar os sinais a tempo.

Mas há boas notícias: você não precisa ser um especialista em tecnologia para saber se seu telefone está comprometido.

Em alguns casos, basta prestar atenção a alguns indícios. Listamos alguns deles:

1. O aparelho fica mais lento

Se o desempenho do seu celular estiver mais lento que o normal, pode ser que algum programa malicioso ou malware esteja causando o problema.

Esse tipo de vírus pode afetar o desempenho do dispositivo, o que reflete também na velocidade em que ele se conecta à internet.

Mas saiba que isso também pode ser causado por atualizações do próprio sistema operacional, conforme foi reconhecido recentemente pela Apple.

2. Superaquecimento

Se você notar que o celular está muito quente… é um sinal ruim.

Celular

Isso pode ocorrer porque um aplicativo malware está sendo executado em segundo plano, explica a gigante de tecnologia americana Intel.

3. A bateria acaba antes do esperado

O mesmo motivo que causa superaquecimento pode provocar o desgaste da bateria.

É possível que esse efeito também ocorra devido a uma atualização do sistema, mas, se a mudança for drástica, é sempre melhor levá-la em consideração, recomenda o site Zona Móvel.

4. Recebe e envia mensagens desconhecidas

É provável que seus amigos ou familiares percebam esse sinal antes de você, caso seu celular esteja enviando sozinho mensagens por SMS ou WhatsApp.

Celular

Às vezes, são ofertas com armadilhas transmitidas na forma de vírus, de um celular para outro.

O mesmo pode acontecer com os e-mails.

O primeiro conselho a ter em mente: exclua-o imediatamente e não clique em nenhum link.

5. Janelas pop-up

Os chamados “pop-ups” geralmente são um sinal inequívoco de que algo está errado.

“Como acontece nos computadores, alguns malwares geram janelas pop-up que o convidam a executar diferentes ações”, diz o especialista em segurança cibernética Joseph Steinberg.

“Se você vir ‘pop-ups’, lembre-se disso”, alerta Steinberg.

6. Compras e aplicativos suspeitos

De onde saiu esse novo aplicativo que está instalado no seu telefone? O seu consumo de dados disparou inexplicavelmente este mês?

É possível que, além desses sinais, o valor de sua conta telefônica ou o número de mensagens de texto que você “enviou” tenha aumentado.

“Embora o fabricante ou a operadora possam ser autorizados a instalar aplicativos de vez em quando para atualizar o seu telefone, se novos programas aparecem de repente, é melhor você garantir que eles sejam legais”, diz Steinberg.

Celular

O especialista recomenda procurar no Google o nome do aplicativo instalado e verificar o que outros usuários dizem sobre ele.

O mesmo acontece se o consumo de dados crescer inesperadamente: é melhor conferí-lo.

Também há casos em que hackers usam seus dados para fazer compras. Por esse motivo, especialistas recomendam que você tenha controle sobre as transações.

7. Aparência estranha e ruído de fundo

Se, ao navegar na internet, as páginas tiverem uma aparência incomum, é possível que seja devido à ação de um hacker que está controlando o dispositivo à distância.

Isso também poderia explicar comportamentos incomuns do sistema.

Celular

Finalmente, o ruído de fundo quando você faz uma ligação pode explicar que um terceiro está gravando a chamada. Se você ouvir beeps ou vozes, as chances são ainda maiores.

O que fazer?

  • Instale um antivírus de confiança em seu celular (alguns são grátis);
  • Desinstale os aplicativos que você não instalou;
  • Evite navegar usando wi-fi público;
  • Proteja seu telefone com uma senha difícil de decifrar;
  • Não faça downloads de aplicativos de fontes desconhecidas;
  • Tenha cuidado ao clicar em “pop-ups”;
  • Mantenha seu dispositivo sempre atualizado;
  • Verifique regularmente a fatura e o consumo de dados do seu telefone.

Fonte: BBC