Por que fechar os apps que usamos não ajuda a economizar bateria do celular

Por que fechar os apps que usamos não ajuda a economizar bateria do celular

 

BBC

 

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Encerrar simultaneamente os aplicativos abertos no celular pode ser, para alguns, até divertido. Como num passe de mágica, fazemos sumir tudo. Ao contrário do que muita gente pensa, porém, isso não ajuda a economizar bateria nem deixa o aparelho mais rápido.

Na maioria dos iPhones, basta clicar duas vezes no botão home, até que as janelas dos aplicativos apareçam empilhadas, e depois deslizar com o dedo para cima para fechar cada app. No Android, você clica no botão “multitarefas”, geralmente o terceiro dos botões virtuais no pé da tela, em forma de quadradinho – e também pode deslizar em cada um para os lados para fechar.

Mas, segundo engenheiros da Apple e da Android, fechar os aplicativos abertos em segundo plano pode até ajudar a consumir mais energia.

O vice-presidente de engenharia da Android – um dos membros fundadores da equipe do Android no Google -, Hiroshi Lockheimer, disse no Twitter há algum tempo que isso “pode até piorar as coisas”.

 

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Isso porque tentar enganar o algoritmo que gerencia o aparelho, desenhado para otimizar o uso de energia, pode desacelerar o sistema. É, segundo ele, melhor deixá-lo agir por conta própria.

O diretor-executivo da Apple, Tim Cook, afirmou que aplicativos que estão em segundo plano não comprometem de nenhuma maneira a bateria do iPhone. Por isso, não faz sentido encerrá-los repentinamente.

Mas qual é a lógica dessa afirmação?

 

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Diferentemente do muita gente pensa, esses aplicativos não consomem a bateria.

Manter suspenso o sistema operacional, seja iOS ou Android, permite que você os mantenha exatamente como os deixou quando os estava usando. Se o aplicativo é encerrado à força, vai obrigar o sistema a reiniciar o processo caso o app seja aberto outra vez, consumindo o dobro de energia sem necessidade.

Para especialistas o que justifica encerrar um aplicativo de repente é em caso de falha inesperada no sistema ou vírus.

 

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Se não for o caso, é melhor deixar o software do celular atuar por conta própria. Os algoritmos dos celulares são criados para gerir de forma eficiente a memória do aparelho.

 


 

Os 5 estados de um aplicativo

O funcionamento dos aparelhos tem a ver com as funções multitarefa. No caso do iOS, há cinco possíveis estados para um aplicativo, escreveu o jornalista especialista em tecnologia David Pierce na revista Wired. O Android funciona de maneira muito parecida.

1) Sem funcionamento (o app não está aberto)

2) Ativo (está aberto na tela e em uso)

3) Inativo (fase de transição: está aberto na tela, enquanto se faz outra coisa)

4) Background (pode ficar ativo, realizando operações em segundo plano por até 10 minutos)

5) Suspenso (fica em segundo plano sem fazer absolutamente nada)


 

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“Alguns aplicativos, como os que reproduzem música, os que exigem uso de microfone ou que acionam a localização do usuário são identificados pelo sistema e não são suspensos quando vão para o modo background”, explica em seu blog a empresa de software Solid Gear.

Isso acontece graças aos algoritmos, explica o jornalista David Pierce. Segundo ele, o sistema sabe quais aplicativos que precisam ser fechados, geralmente são aqueles que não foram usados por um tempo ou estão usando mais bateria ou memória do que deveriam.

Esses algoritmos “sabem muito bem quando você vai precisar de mais dados ou quando é necessário reiniciar um aplicativo”.

 

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“É melhor deixar o sistema funcionar para você em vez de forçá-lo a reiniciar e abrir os aplicativos o tempo todo. Além da questão da bateria, ela pode tornar o telefone mais lento”, acrescenta o jornalista.

Como economizar bateria?

Especialistas orientam que reduzir o brilho da tela ou desativar os sinais de wi-fi e o bluetooth são maneiras mais eficientes de poupar bateria e otimizar o uso do aparelho.

Outra estratégia é desativar o uso de dados ou usar o modo de pouca energia. Desativar a geolocalização de aplicativos também ajuda – este último também ajuda a manter a privacidade.

 

 

Acompanhe o resultado das eleições 2018

Acompanhe o resultado das eleições 2018

Que essas eleições estão bastante disputadas, que as pessoas estão muito “animadas” e comentando muito nas redes sociais, isso ninguém discute.

Se você é um desses e está ansioso pelo resultado, acompanhe em tempo real através de um aplicativo do TSE. Chama-se Resultados. Ele está disponível para iOS e Android.

Veja o que ele disponibiliza:

  • Conferir os candidatos eleitos;
  • Conhecer os resultados que concorrem no 1º e 2º turno;
  • Favoritar e visualizar candidatos de sua preferência;
  • Ver detalhes da totalização (votos nulos, anulados, em branco, para legenda, nominais e pendentes);
  • Comparar porcentagens e números.

 

resultado

Baixe e acompanhe!

 

Falha de segurança no Facebook afeta 50 milhões de contas

Falha de segurança no Facebook afeta 50 milhões de contas

 

Facebook

 

Após diversos relatos de usuários percebendo suas contas deslogadas no computador e no celular, a rede social anunciou uma falha de segurança que afetou quase 50 milhões de contas.

 

O Facebook anunciou nesta sexta-feira (28), que um incidente de segurança afetou quase 50 milhões de contas. O time de engenharia da rede social ainda tem investigado as razões para a falha de segurança no Facebook, mas afirmam que uma vulnerabilidade no código permitiu que invasores roubassem tokens de acesso às contas das pessoas.

 

Hackers realizaram uma invasão no Facebook?

 

De acordo com pronunciamento oficial, feito através do Newsroom, não há confirmação de que hackers invadiram o Facebook. A vulnerabilidade foi encontrada na funcionalidade “ver como”, que permite que pessoas vejam seus perfis aparecem para outras. Os invasores usaram desta brecha para roubar tokens de acesso pessoais, que são como chaves digitais que mantém as pessoas logadas em suas contas no Facebook, para que não precisem digitar suas senhas todas as vezes que acessam a rede social.

 

Minha conta do Facebook foi deslogada, ela está segura?

 

Muitos usuários têm relatado nas redes que seu Facebook deslogou sozinho, assim como o Messenger, e buscado informações sobre se suas contas estão seguras ou se precisam mudar suas senhas.

Segundo Emilio Simoni, Diretor do dfndr lab – laboratório de segurança digital – a falha de segurança no Facebook faz com que o atacante consiga logar em qualquer conta vulnerável e se passe pelo usuário.

4 dicas de segurança para proteger sua vida online

No entanto, os usuários não precisam se preocupar em trocar as senhas. “Como o próprio Facebook afirma que já invalidou quase 90 milhões de tokens, mais até do que aqueles que foram atingidos pela vulnerabilidade, não há razão para mudar as senhas. Os acessos feitos sem autorização já foram encerrados e por essa razão as contas foram deslogadas”, afirma Simoni.

De toda forma, é importante verificar se o atacante não utilizou a sua conta com propósitos maliciosos como para postar ou enviar links e arquivos maliciosos para os seus amigos do Facebook.

 

Como verificar movimentações suspeitas no seu Facebook

 

O Facebook permite que você acesse sua conta e verifique as conexões feitas por dispositivos diferentes, além de marcar os lugares e, até mesmo, descrever o sistema operacional do aparelho que acessou sua conta.

5 dicas para você aprender a aumentar a segurança do celular

Vá até o menu e toque em Configurações. Em seguida, selecione Segurança e Login. Confira a categoria “Onde você se conectou” e fique atento aos dispositivos que estão conectados e encerre a atividade dos que não forem familiares para você.

Caso receba algum link suspeito na rede social, a recomendação do especialista em segurança é não acessar o site e avisar ao seu amigo sobre a movimentação. Aplicativos de segurança, como o dfndr security – antivírus gratuito para Android – avisam proativamente caso um link recebido no Facebook, WhatsApp ou SMS represente uma ameaça para o seu celular. Para instalar grátis, basta tocar aqui.

 

 

O polêmico app do Google que permite que pais monitorem filhos em tempo real

O polêmico app do Google que permite que pais monitorem filhos em tempo real

BBC

 

Discussões sobre hiperconectividade, a idade certa para se ter um celular ou a segurança de crianças na internet não são exatamente uma novidade. Já há no mercado, inclusive, diversas ferramentas de controle parental no uso da tecnologia.

Mas, agora, um dos gigantes da internet resolveu entrar neste nicho e criou um aplicativo que tem dado o que falar.

O Google acaba de lançar, para “quase todos os países do mundo”, inclusive o Brasil, o Family Link – que, no ano passado, já havia sido disponibilizado nos Estados Unidos.

O aplicativo, para sistemas Android e iOS, permite ter um controle quase total do que as crianças fazem no celular, de ferramentas instaladas no aparelho aos horários em que ele é usado e até mesmo sua localização.

 

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Estes atributos, porém, têm colocado a questão: o controle prometido é excessivo?

 

Ajuda para ‘encontrar um equilíbrio’

 

O Family Link gera “dados de atividade que mostram quanto tempo seus filhos passam nos aplicativos favoritos”.

Assim, os pais podem aprovar ou bloquear instalações ou ainda adicionar diretamente aplicativos que considerem adequados.

 

polêmico

 

“Você decide o tempo adequado (de uso) para seus filhos”, afirma ainda a empresa.

O objetivo é ajudar as crianças “a encontrar um equilíbrio” – por exemplo, estabelecendo um horário para ir dormir e desligar o celular. Afinal, cientistas vêm apontando que o uso demasiado do dispositivo pode afetar a criatividade e a habilidade interpessoal.

“Cada vez que seja necessário um descanso”, é possível bloquear o uso do aparelho de maneira remota, promete o aplicativo.

 

Onde estão e o que buscam

 

Mas, talvez, a ferramenta mais polêmica do produto seja a que permite monitorar a localização da criança e o conteúdo de suas buscas na internet – através do acesso ao histórico de navegação.

“É útil saber onde seus filhos estão, onde quer que estejam. O Family Link pode ajudar a localizá-los, contanto que eles carreguem seus aparelhos com eles”, explica o Google.

Os pais também podem, remotamente e em tempo real, bloquear e desbloquear as páginas que as crianças podem ver.

Isto foi alvo de críticas por aqueles que consideraram uma forma de vigilância excessiva.

 

polêmico

 

Outros apontaram o limite de 13 anos de idade para este tipo de controle.

“Aos 13 anos, a criança ‘formada’, como o Google a chama, se liberta das restrições. Obtém as chaves do reino da internet e tudo de bom e ruim que vem com ela”, escreveu o correspondente de tecnologia do jornal americano The New York Times, Brian X Chen.

“Isso é terrível porque, à primeira vista, o Family Link tem tudo para ganhar. É gratuito, bem projetado e cheio de recursos úteis para regular o uso do smartphone”, explica o jornalista.

“No entanto, quase todos esses benefícios são prejudicados pela decisão do Google de permitir que as crianças removam as restrições no momento em que se tornam adolescentes”, acrescenta Chen.

O Google, no entanto, insiste que a responsabilidade no uso da internet pelas crianças é uma tarefa compartilhada com os pais.

“Queremos que as crianças explorem e se inspirem enquanto embarcam em sua própria aventura digital. No entanto, cada família pensa de forma diferente sobre o que seus filhos devem ou não fazer no celular”, disse a companhia em um comunicado.

BBC

 

Celulares e crianças: recomendações

 

Independentemente da sua escolha sobre aderir ou não às ferramentas de controle parental, veja abaixo outros conselhos que vão ao encontro deste objetivo:

 

  • Navegar juntos: Compartilhe momentos online com seu filho e converse com ele sobre o uso da tecnologia.
  • Filtros de conteúdo: Tenha em conta que eles são úteis, mas não bloqueiam todo o conteúdo perigoso.
  • Tempo equilibrado: Controle o tempo que se passa na internet e evite a dependência nas telas.
  • Cuidado com a privacidade: Mantenha uma relação de confiança com seus filhos.

 

 

Conheça os diferenciais do Waze Carpool

Conheça os diferenciais do Waze Carpool

Desde o final de agosto os usuários brasileiros do Waze já podem utilizar a tão aguardada funcionalidade de Carpool no Brasil.

Segundo a empresa, o objetivo é diminuir o trânsito e os congestionamentos, além de reverter o cenário encorajando motoristas a completarem os lugares vazios de seus carros e, por fim, tirar carros da rua.



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Confira algumas das funcionalidades do Waze Carpool incluem:

  • Escolha seu parceiro: Quem dá e quem recebe carona pode escolher seus parceiros com base no perfil, avaliação por estrelas, número de amigos em comum, e filtros customizáveis como gênero, local de trabalho, e proximidade do caminho.
  • Rotas otimizadas: Usando as atualizações em tempo real de tráfego do Waze, os usuários chegam mais rápido aos seus destinos.
  • Caminhos mais baratos: Com todos os pagamentos concentrados com segurança no app, quem pega carona paga por uma viagem econômica enquanto os motoristas recebem uma ajuda de custo para a gasolina (até R$15 por viagem).
  • Agende viagens com até 5 dias de antecedência: Isso ajuda a organizar mais facilmente as idas e vindas do trabalho.

Waze Carpool está disponível em todo o Brasil, além de Israel e em seis estados norte-americanos — Califórnia, Texas, Washington, Massachusetts, Illinois, e Nevada.

As melhores combinações – aqueles com as rota mais próximas ou com um colega com o mesmo horário de trabalho – aparecem no topo da lista, e o pagamento é feito com segurança dentro do próprio app.

Por tempo limitado, a carona custa R$ 2 para quem a pede. Já, os motoristas receberão o valor normal: R$ 4 para trajetos com menos de 5 km, e R$ 10 para rotas com menos de 40 km.

 

YouTube Kids lança categoria especial sobre leitura

YouTube Kids lança categoria especial sobre leitura

 

Kids

 

O YouTube Kids anunciou o lançamento de uma seleção de vídeos para ajudar a incentivar o hábito da leitura desde cedo.

O aplicativo voltado para crianças recebe também uma playlist divertida sobre a importância dos livros, criada por Maurício de Sousa.

“Contadores de história leem livros infantis, como releituras divertidas de clássicos de Hans Christian Andersen e outras surpresas escolhidas por um dos maiores autores infantis de todos os tempos”, diz o Google.

 

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Há também outros personagens já conhecidos pelas crianças, como Pocoyo, Masha, Ticolicos e Vila Sésamo.

“Desde o aprendizado inicial da alfabetização até a leitura de livros infantis favoritos, o Mês da Leitura no YouTube Kids tem como objetivo ajudar na alfabetização de crianças em todo o mundo. Por meio de recursos interativos de produtos e conteúdo atraente de alta qualidade, queremos descobrir a magia da palavra escrita e convidar os espectadores a ler conosco”.

O YouTube Kids está presente em 38 países e soma mais de 11 milhões de usuários ativos a cada semana e já ultrapassou a marca de 70 bilhões de visualizações.

O app pode ser pode ser baixado gratuitamente através da Google Play e App Store.