Apple começa a vender o iPhone 8 Red

Apple começa a vender o iPhone 8 Red

A Apple, como já fez no passado porém com outro modelo, lançou o modelo Red do seu modelo mais novo.

Em 2017 a maçã lançou o modelo de número 8 e também o 10 (X). Agora foi a vez do modelo de cor vermelha, só que para o 8. A causa é bastante nobre pois ajuda no combate ao vírus HIV. A ajuda via para orientação, testes e medicamentos relacionados a doença.

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Veja o que a nova versão 2.18.20 do Whatsapp tem de novo

Veja o que a nova versão 2.18.20 do Whatsapp tem de novo

Nos últimos dias, a WhatsApp lançou uma nova atualização na AppStore (somente para iOS – iPhone), trazendo o número da versão para 2.18.20. O texto oficial na AppStore relata somente correções de bugs, mas esta atualização inclui alguns novos recursos e melhorias.

Mudanças:

Quando o usuário abre um grupo onde ele não é mais um participante (ou se o grupo foi fechado), ele pode usar o recurso de resposta privado: ele agora pode citar todas as mensagens enviadas / recebidas, simplesmente tocando na mensagem e selecionando a opção de resposta. O WhatsApp abrirá automaticamente o bate-papo com o usuário e, se o usuário tocar a mensagem citada, o grupo será aberto automaticamente, destacando a mensagem citada. Este recurso será muito útil quando o grupo for restrito para enviar mensagens. Agora quando você responde um emoji ele aparece maior do que na versão anterior. Verifique a comparação: Whatsapp Você pode encontrar uma nova opção de Pesquisa na seção Informações do Grupo, onde você pode pesquisar os participantes. Além disso, todos os administradores estão localizados na parte superior da lista de participantes:  Whatsapp Futuramente o WhatsApp pode considerar remover a opção Convidar para Grupo via Link, visto que existe a mesma opção dentro de compartilhamento situado ao lado direito em cima. Fonte: WABetaInfo

As falhas em chips que deixaram pelo menos 90% dos eletrônicos do mundo vulneráveis a hackers

As falhas em chips que deixaram pelo menos 90% dos eletrônicos do mundo vulneráveis a hackers

Empresas de tecnologia correm contra o tempo para consertar falhas de segurança em chips que deixaram praticamente todos os computadores no mundo – e diversos outros dispositivos – vulneráveis a ataques de hackers.

A indústria de tecnologia está ciente do problema há meses e esperava resolvê-lo antes que a questão se tornasse pública.

Algumas correções foram introduzidas, sob a forma de atualizações de software, ou estarão disponíveis nos próximos dias, segundo a Intel, que fornece chips para cerca de 80% dos desktops e 90% dos laptops em todo o mundo.

Ainda não foram registrados ataques. Mas até que ponto você pode ser afetado? Confira abaixo o que se sabe até agora.

Quais são os bugs?

Pesquisadores identificaram duas falhas de segurança diferentes: Meltdown e Spectre.

A Meltdown atinge laptops, computadores desktop e servidores de internet com chips Intel.

Já a Spectre tem alcance potencialmente maior. E afeta chips em smartphones, tablets e computadores com tecnologia Intel, ARM Holding e Advanced Micro Devices (AMD).

Segundo Bryan Ma, analista sênior da consultoria de tecnologia IDC, centros de processamento de dados e dispositivos que se conectam à nuvem também correm risco.

Qual a dimensão do problema?

Primeiramente, não há motivo para pânico. Mas, em teoria, a exposição à falha Meltdown é enorme. O IDC estima que existem 1,5 bilhão de computadores pessoais (incluindo desktops e laptops) em uso hoje – e cerca de 90% usam chips Intel.

O Centro Nacional de Segurança Cibernética (NCSC, na sigla em inglês) do Reino Unido diz que não há evidências de que a vulnerabilidade tenha sido explorada.

Mas, agora que a informação se tornou pública, existe a preocupação de que as falhas sejam descobertas e que hackers tentem se aproveitar delas.

A BBC apurou que a indústria de tecnologia identificou o problema há pelo menos seis meses – e que todos os envolvidos, de desenvolvedores a especialistas em segurança, assinaram acordos de confidencialidade. Tudo indica que o plano era tentar manter as falhas em sigilo até que fossem totalmente resolvidas.

De acordo com Chris Foxx, repórter de tecnologia da BBC, quando pesquisadores descobrem uma falha de segurança, eles costumam compartilhar a informação com a empresa envolvida para que o problema seja resolvido.

Normalmente, ambas as partes concordam em não divulgar a falha até que a correção tenha sido implementada, de maneira que os hackers não consigam se aproveitar das brechas.

Desta vez, parece que alguém se antecipou e a informação vazou antes que a correção do software estivesse pronta para distribuição.

Que tipo de informação está vulnerável?

As falhas oferecem aos hackers a possibilidade de acessar dados armazenados na memória do computador e roubar informações como senhas ou números de cartão de crédito.

Segundo Jake Saunders, analista de tecnologia da ABI Research, não está exatamente claro que tipo de informações podem estar correndo risco, mas como as falhas de segurança foram expostas, “a questão é se terceiros podem descobrir e potencialmente explorá-las”.

SegurançaComo protejo meu computador?

Os fabricantes de dispositivos e provedores de sistemas operacionais correm para tentar solucionar as falhas. Eles estão trabalhando em atualizações de segurança, ou patches (programas usados para correção de bugs), que protegerão os computadores, tablets ou smartphones contra ataques.

Os usuários devem instalá-los assim que estiverem disponíveis.

Os três principais fabricantes de sistemas operacionais – Microsoft, Apple e Linux – vão lançar atualizações, mas ainda não se sabe exatamente quando.

O Google informou, por sua vez, que os smartphones Androids com as atualizações de segurança mais recentes estão protegidos, assim como os usuários de serviços como o Gmail.

Já quem usa versões mais antigas do Chromebook, notebook concebido pelo Google, vai precisar instalar uma atualização que será disponibilizada, enquanto os usuários do navegador Chrome devem receber um patch em 23 de janeiro.

A Apple também está desenvolvendo atualizações de segurança para seus laptops e desktops, mas não está claro até que ponto iPhones e iPads estão vulneráveis.

Os serviços de armazenamento em nuvem para empresas – como Amazon Web Services e Google Cloud Platform – afirmaram que já corrigiram a maioria das falhas e consertarão o restante em breve.

O reparo deixará meu computador mais lento?

Alguns pesquisadores dizem que qualquer reparo poderia deixar os sistemas 30% mais lentos, mas a Intel acredita que essas previsões são exageradas.

A empresa afirma que o desempenho dos dispositivos “depende da carga de trabalho” e, portanto, o impacto para os usuários de computador em geral “não deve ser significativo”.

Bryan Ma, da consultoria IDC, concorda que para a maioria dos usuários comuns – que usam o computador basicamente para navegar na web e acessar e-mail -, as atualizações de segurança provavelmente não vão deixar os dispositivos mais lentos.

Como a indústria de tecnologia vai reagir?

A divulgação da vulnerabilidade dos eletrônicos acontece em um momento singular para a indústria. Na semana que vem, começa em Las Vegas, nos Estados Unidos, a Consumer Electronic Show (CES), a maior feira de tecnologia do mundo.

Muitos participantes vão se perguntar como os novos produtos em exibição nos estandes serão afetados – e os materiais de divulgação que detalham os aumentos de velocidade provavelmente terão que ser revisados.

Os especialistas também acreditam que, como o Meltdown e o Spectre revelam falhas fundamentais na forma como os chips de computador são projetados, será necessário repensar seriamente como essa tecnologia será desenvolvida no futuro.

“Vamos precisar redesenhar sistemas operacionais e a forma como as CPUs (unidade central de processamento) são feitas”, escreveu Rob Graham, pesquisador de segurança em informática em seu blog.

Fonte: BBC

Apple vai ajustar iPhones e Macs devido a risco decorrente de falha no chip

Apple vai ajustar iPhones e Macs devido a risco decorrente de falha no chip

A Apple vai fazer um reparo no navegador Safari em seus iPhones, iPads e computadores Mac dentro de alguns dias, disse a empresa na quinta-feira, após grandes fabricantes de chips terem revelado falhas que deixam quase todos os dispositivos modernos vulneráveis a hackers.

Os fabricantes de navegadores Google, Microsoft Corp e Mozilla, do Firefox, confirmaram à Reuters que os ajustes disponíveis no momento não protegem os usuários do sistema iOS.

Sem a correção do Safari e de praticamente todos os outros navegadores populares, centenas de milhões de usuários de iPhone e iPad podem não ter segurança para navegar na web até que a Apple faça seu reparo.

Apple enfatizou que não há até o momento casos conhecidos de hackers aproveitando-se da falha no sistema.

Na quarta-feira, o Google, da Alphabet, e outros pesquisadores de segurança revelaram duas grandes falhas em chips, uma chamada Meltdown, que afeta apenas chips da Intel, e a chamada Spectre, que afeta quase todos os chips de computadores produzidos na última década.

A notícia provocou um movimento de venda das ações da Intel, enquanto investidores tentam avaliar os custos para a produtora de chips.

Em uma declaração em seu site, a Apple disse que todos os computadores Mac e dispositivos que rodam o sistema iOS foram afetados pelas falhas Meltdown e Spectre. Mas a mais recente atualização do sistema operacional para computadores Mac, TVs Apple, iPhones e iPads protege os usuários contra o ataque Meltdown e não deixa os dispositivos mais lentos, acrescentando que o problema não atinge o Apple Watch.

Os computadores Mac e os dispositivos iOS são vulneráveis a ataques do Spectre por meio de um código que pode ser executado em navegadores da web. A Apple disse que vai disponibilizar um ajuste do navegador Safari para esses dispositivos “nos próximos dias”.

Pouco depois de os pesquisadores divulgarem as falhas nos chips na quarta-feira, o Google e a Microsoft divulgaram declarações alertando os usuários sobre quais produtos foram afetados. O Google disse usuários dos telefones Android – mais de 80 por cento mercado global – foram protegidos por atualizações de segurança mais recentes.

A Apple manteve o silêncio por mais de um dia sobre o destino de centenas de milhões de usuários de seus iPhones e iPads. Ben Johnson, cofundador e estrategista-chefe da empresa de segurança cibernética Carbon Black, disse que o atraso na atualização de clientes sobre se os dispositivos da Apple estão em risco pode afetar o esforço da companhia para que mais clientes empresariais adotem seu hardware.

Fonte: Reuters

[Opinião]: Apple e o caso dos aparelhos antigos lentos

[Opinião]: Apple e o caso dos aparelhos antigos lentos

A situação da Apple ficou insustentável e a empresa se arrependeu da afirmação que fez e agora tenta minimizar o impacto

Nas semanas passadas, ainda em dezembro, a Apple afirmou que deixa mais lento (sim!) os aparelhos antigos e que estão com problema na bateria. Isso tudo para corrigir um problema antigo que era referente ao desligamento inesperado dos dispositivos.

Essa afirmação repercutiu muito mal para Apple e logo os concorrentes (fabricantes que usam o sistema Android) aproveitaram a oportunidade para “aparecer” na crista da onda e se mostraram como bonzinhos na história e a Apple a vilã.

Realmente a empresa fez muito mal agindo dessa forma (deixando os aparelhos lentos de propósito). Não sabemos se a intenção dela era realmente essa, mas a ação força os usuários a comprar os novos modelos pois ninguém suporta ficar com um aparelho lento por muito tempo.

Os modelos lançados em 2017 não estão com preços justos aqui no Brasil. Agora a maçã faz uma afirmação dessas. Isso tudo só contribui para os usuários migrarem para outras marcas e fabricantes.

Depois disso tudo, a maçã começou a oferecer, com desconto, a troca das baterias danificadas em vários países do mundo mas deixou o Brasil fora da lista. Depois de uns dias, incluiu o nosso País e ainda passou a vender não só para aparelhos com bateria danificada.

Veja abaixo a nota que a Apple inseriu no seu site:

  • A Apple vai reduzir em R$ 300 o preço de substituição de bateria para o iPhone fora da garantia – de R$ 449 para R$ 149. A redução é válida no mundo todo até dezembro de 2018. Isso vale para todos os donos de iPhone 6 ou posterior que precisem substituir a bateria. Em breve, divulgaremos mais detalhes em apple.com/br.
  • No início de 2018, vamos lançar uma atualização do iOS com novos recursos que oferecem aos usuários mais informações sobre o estado da bateria do iPhone. Eles mesmos poderão ver se a condição está afetando o desempenho.
  • Como sempre, nossa equipe está buscando formas de melhorar ainda mais a experiência dos usuários, incluindo melhorar o modo como gerenciamos o desempenho e evitamos desligamentos inesperados com o envelhecimento das baterias.

(Fonte: Apple)

Nas próximas semanas a empresa deverá lançar uma atualização do iOS que deverá trazer a possibilidade do usuário saber o estado da bateria do dispositivo.

O que você achou desse caso? Deixe a sua opinião.

Apple pede desculpas após admitir que problema na bateria deixa iPhones antigos mais lentos

Apple pede desculpas após admitir que problema na bateria deixa iPhones antigos mais lentos

Enfrentando processos e a indignação de consumidores após admitir que deixou iPhones antigos com problemas na bateria mais lentos, a Apple está reduzindo o custo de substituição de baterias e irá alterar seu sistema para mostrar a usuários o desempenho da bateria de seus celulares.

Em publicação em seu site na quinta-feira, a Apple pediu desculpas pela maneira como lidou com a questão da bateria e disse que fará diversas mudanças aos clientes “para reconhecer sua fidelidade e recuperar a confiança de qualquer um que possa ter duvidado das intenções da Apple”.

A Apple está tratando das preocupações sobre a qualidade e durabilidade de seus produtos em um momento em que cobra 999 dólares por seu novo iPhone X.

A companhia informou que irá reduzir o custo de substituição de baterias para celulares já fora da garantia de 79 dólares para 29 dólares para iPhones 6 ou modelos anteriores a partir do mês que vem.

A Apple também irá atualizar seu sistema operacional para permitir que usuários vejam se sua bateria está com mau desempenho e se isso está afetando a performance do aparelho.

“Sabemos que alguns de vocês sentem que a Apple os decepcionou”, disse a empresa na publicação. “Nós pedimos desculpas”.

No dia 20 de dezembro, a Apple reconheceu que o sistema do iPhone pode reduzir a velocidade de celulares com problemas na bateria.

A fabricante disse que o problema é que baterias de lítio envelhecidas entregam a energia de maneira desigual, o que pode fazer com que iPhones desliguem inesperadamente para proteger seus delicados circuitos internos.

Fonte: Reuters