AV-TEST constata que Kaspersky Safe Kids é a melhor proteção para crianças contra perigos online

AV-TEST constata que Kaspersky Safe Kids é a melhor proteção para crianças contra perigos online

 

Além do bloqueio de conteúdos inadequados e ferramentas antibullying, o teste mostrou que o Kaspersky Safe Kids foi a única solução testada e certificada capaz de proteger as crianças de grooming (sedução online)

 

Conforme as crianças passam mais tempo online, muitos pais têm dificuldades para evitar que sejam expostas a um grande número de perigos e ciberameaças, uma vez que elas podem visualizar conteúdo inadequado, serem vítimas de ciberbullying ou compartilharem dados particulares involuntariamente. Para se ter uma ideia, mais de metade das crianças entre seis e nove anos de idade usa a internet todos os dias e cerca de 28% dos pais brasileiros acham que não conseguem controlar o que os pequenos acessam online.

Com sistemas operacionais que fornecem apenas ferramentas de proteção básicas, é fundamental que os responsáveis reforcem a segurança para protegerem seus filhos das ameaças online, que estão sempre em constante evolução. Com o intuito de ajudar os pais a tomar as medidas certas em relação à segurança das crianças na internet, a AV-TEST, empresa de testes independentes de software, avaliou diferentes soluções criadas especificamente para proteger as crianças enquanto estão online e concedeu três certificados APPROVED ao Kaspersky Safe Kids.

Em reconhecimento ao seu desempenho como uma das melhores soluções de proteção para crianças do mercado, o Kaspersky Safe Kids recebeu esses certificados para uso em três dos principais sistemas operacionais: Windows, iOS e Android. O endosso foi concedido depois que a AV-TEST avaliou 11 ferramentas de controle para pais executadas no Windows 10 e no MacOS, além de 11 aplicativos de controle para pais para Android, iOS e Fire OS.

Foram avaliados também o desempenho das soluções de segurança para crianças e ferramentas internas dos sistemas operacionais em relação ao fornecimento de filtros e configurações para manter os jovens usuários protegidos. Foram incluídos nos testes: proteção contra ciberbullying, controle de acesso a conteúdo adulto, administração da transferência de dados privados, restrição do tempo de uso dos dispositivos, proteção contra armadilhas financeiras e contra grooming (aliciamento online de crianças), além de proteção de privacidade.

A versão para desktop do Kaspersky Safe Kids foi mais eficiente que os concorrentes, uma vez que as ferramentas existentes nos sistemas operacionais impedem apenas que as crianças acessem pornografia e não limitam acesso às outras categorias avaliadas. O bloqueio não se limita ao óbvio e inclui jogos, o que faz com que o Kasperskyk Safe Kids seja capaz de impedir o acesso indevido que são, muitas vezes, negligenciados. Estão inclusos conteúdos relacionados à troca de dados e ao compartilhamento de arquivos ilegais, além de sites que apresentam armas, munição e conteúdo violento.

O teste descobriu que o produto da Kaspersky Lab, juntamente com a versão para desktop, não apenas bloqueia mais links de conteúdo proibido, mas também protege as crianças de mais ameaças à segurança que as ferramentas internas dos sistemas operacionais. Isso inclui o controle de transferência de dados privados e a proteção contra armadilhas financeiras. O teste também mostrou que a versão para desktop do Kaspersky Safe Kids foi a única solução testada e certificada capaz de proteger as crianças do grooming (sedução online) – o que é de extrema importância para os pais, considerando que bastam apenas 45 minutos para criminosos atraírem uma crianças pela internet, segundo pesquisas.

“Estamos muito satisfeitos em receber o reconhecimento da AV-TEST para o Kaspersky Safe Kids, pois isso fortalece nosso compromisso em manter as crianças protegidas de ameaças e situações perigosas que elas possam enfrentar enquanto estão online. As avaliações independentes são muito importantes para demonstrar em quais produtos do setor de segurança os consumidores podem confiar”, afirma Timur Biyachuev, vice-presidente de pesquisa de ameaças da Kaspersky Lab.

Mais detalhes sobre o teste de soluções de controle para pais, realizado pela AV-TEST, estão disponíveis em:

 

Fonte: Assessoria de imprensa

 

 

11 hábitos de segurança que todo mundo deveria ter

11 hábitos de segurança que todo mundo deveria ter

 

ESET revela os procedimentos de segurança cibernética mais importantes para incorporar à rotina

 

São cada vez mais comuns notícias de golpes em redes sociais ou vazamentos de dados. Pensando nisso, para garantir a segurança cibernética da população, a ESET, empresa líder em detecção proativa de ameaças, reuniu um guia com informações úteis que ajudam os usuários a cuidarem de suas informações e de seus contatos, enquanto navegam na Internet.

“A ESET considera que a incorporação de hábitos de segurança permite ao usuário aproveitar melhor a tecnologia e evitar dores de cabeça. É por isso que desenvolvemos uma lista com algumas dicas que todo usuário deve considerar como uma meta para sua vida digital”, diz Camilo Gutierrez, chefe do Laboratório de Pesquisa da ESET América Latina.

 

01. Relate qualquer tipo de abuso visto nas redes sociais

 

Muitas vezes, as redes sociais são o cenário de crimes virtuais. É importante fazer a reclamação, seja de grooming, assédio ou outros tipos de casos. O Facebook, por exemplo, oferece um guia para relatar um evento inadequado, o que inclui casos como perfil falso, conteúdo ofensivo, crimes de natureza sexual, entre outros.

 

02. Não compartilhe notícias e concursos de reputação duvidosa

 

Notícias falsas são um problema, já que muitas dessas mensagens apelam para o emocional e rapidamente se tornam virais. No caso de concursos, é importante verificar os termos e condições, quem é o organizador e se é facilmente identificável, se há uma data para a cerimônia de premiação e confirmar que há outros participantes.

 

03. Se você está ciente de um ataque ou golpe, compartilhe informações nas redes sociais

 

Ao receber fraudes pelo e-mail ou redes sociais, divulgue o remetente e notifique os seus contatos. Você pode também fazer um post nas redes sociais para que os usuários sejam alertados e não caiam na armadilha.

 

04. Revise quais permissões são concedidas aos aplicativos associados aos perfis

 

Em 2018, o episódio do Facebook e da Cambridge Analytica colocou em evidência a falta de responsabilidade e conscientização sobre o valor das informações pessoais. Na época, a rede social cedeu dados coletados por meio de um aplicativo terceiro à empresa de análise de dados. Os usuários concediam essa permissão de fornecimento de dados ao concordar com os termos de uso, sem perceber. Tendo isso em vista, a ESET publicou um algumas ficas de como saber que tipo de informação é compartilhada com empresas e desenvolvedores de aplicativos por meio de permissões.

 

05. Configure a privacidade de contas ou perfis

 

A troca excessiva de informações digitais pode ter consequências, principalmente nas redes sociais. É por isso que a ESET recomenda limitar o acesso ao que outras pessoas podem ver. Algumas maneiras de fazer isso é por meio de revisões das permissões concedidas com certa regularidade e configurando cuidadosamente as opções de privacidade disponíveis em cada uma das redes sociais usadas.

 

06. Não marque terceiros sem o seu consentimento

 

Antes de marcar um amigo, conhecido ou contato, é importante consultá-lo ou analisar se ele gostaria ou estaria interessado em estar vinculado a essa imagem ou vídeo. Muitos usuários não querem ser expostos. Mesmo quando não é uma imagem pessoal ou um evento, mas o uso de uma tag em uma imagem ou promoção engraçada, é importante consultar o colega.

 

07. Não compartilhe ou envie arquivos antes de verificar se eles são seguros

 

Anexos em e-mails e links em redes sociais ou serviços de mensagens podem conter malwares e outras ameaças. É por isso que é importante, antes de encaminhar qualquer arquivo, confirmar que vem de uma fonte confiável.

 

08. Atualize senhas

 

Mudar a chave de acesso das contas periodicamente pode evitar complicações ainda maiores. Para ajudar a lembrar várias senhas diferentes, uma dica é usar um gerenciador de senhas. Com essa ferramenta, é possível armazenar o nome de usuário e a senha de cada plataforma e atualizar as informações sempre que uma alteração é feita.

 

09. Ative o duplo fator de autenticação

 

Ative o duplo fator de autenticação em cada um dos serviços em que for possível, como no caso do Gmail, Facebook, Instagram, Twitter ou outras plataformas. É uma camada de segurança adicional que ajuda a impedir o acesso aos serviços sem consentimento.

 

10. Atualize os dispositivos

 

Muitos ataques são causados ​​pela exploração de vulnerabilidades que foram corrigidas nas atualizações. No famoso caso do ransomware WannaCry, os cibercrimisos se aproveitaram de uma vulnerabilidade em computadores que usavam o Windows. A fabricante do sistema operacional, a Microsoft, lançou meses antes  do ransomware vir à tona um patch para reparar a falha do sistema, no entanto, muitos usuários não o atualizaram, o que ajudou a causar um dos maiores problemas de segurança da história, que trouxe danos aos usuários e empresas globalmente. Para evitar esse tipo de problema é fundamental manter os equipamentos com as atualizações mais recentes.

 

11. Faça backup de informações importantes regularmente

 

Nunca sabemos quando podemos ser vítima de malware ou um problema que afeta nosso equipamento, até mesmo, um possível furto do computador ou telefone. Por isso, é importante ter um backup de informações, como fotos, vídeos, arquivos ou outro material.

Para mais informações, visite o portal de notícias da ESET, chamado WeLiveSecurity clicando aqui.

Fonte: Assessoria de imprensa

 

 

ESET alerta sobre links falsos que prometem brindes da Tilibra circulando pelo WhatsApp

ESET alerta sobre links falsos que prometem brindes da Tilibra circulando pelo WhatsApp

A ESET, empresa líder na detecção proativa de ameaças, alerta sobre o surgimento de um golpe que engana os usuários por meio de engenharia social, método que induz o usuário a clicar em um link que pode ser malicioso. Os criminosos utilizaram o nome da empresa Tilibra, se passando por uma promoção que daria agendas personalizadas da Capricho a quem clicasse no link, distribuído pelo WhatsApp.

Neste caso, o golpe se passava por uma promoção verdadeira que está sendo realizada pela loja virtual da Capricho, no contexto de volta às aulas. Como outras campanhas descobertas pelo Laboratório de Pesquisa da ESET na América Latina, as vítimas acessaram o golpe por uma mensagem encaminhada via WhatsApp.

 

alerta

 

Na maioria dos casos, o remetente será um contato conhecido, que está inconscientemente espalhando o golpe após também ter sido vítima. Ao clicar no link, o usuário é redirecionado para um site, que se passa pelo verdadeiro.

Ao acessar esse endereço, a vítima encontra uma pesquisa e, uma vez concluída, aparece uma mensagem que a incentiva a compartilhar o golpe com cinco pessoas para ganhar a agenda,  gerando a viralização.

“Qualquer usuário pode cair nesse tipo de armadilha se a isca certa for usada. Por esse motivo, é essencial estar sempre atento às notícias sobre o tema e ter informações sobre como evitar esse tipo de golpe. Somente assim o usuário terá dúvidas em relação à veracidade de tais fraudes. Neste sentido, seja em computadores ou dispositivos móveis, as soluções de segurança terão um papel fundamental, uma vez que, por meio de seus módulos de detecção, gerarão alertas de segurança nos casos em que o usuário não tenha reparado na direção do link para o qual seria direcionado”, explica Camilo Gutierrez, chefe do Laboratório da ESET América Latina.

O número de golpes que se espalham por meio do WhatsApp continua crescendo. A ESET já alertou sobre inúmeras campanhas que afetam diferentes marcas conhecidas: de companhias aéreas a restaurantes de fast food, seus nomes foram utilizados em fraudes em grande escala, com vítimas em diferentes países e iscas em diversos idiomas.

Para mais informações relacionadas, visite o We Live Security, o portal de notícias de segurança da informação da ESET: https://www.welivesecurity.com/br/

Fonte: Assessoria de imprensa

 

Por que investir em um bom antivírus para o seu computador?

Por que investir em um bom antivírus para o seu computador?

 

Este artigo foi criado pela equipe Bitdefender para uso exclusivo do blog Tecnologia Fácil SA.

 

Se você deseja evitar contaminação e possíveis prejuízos que vírus podem causar, é necessário utilizar um antivírus de qualidade.

Especialistas acreditam que um computador desprotegido, conectado à internet, não demora mais que alguns minutos para ser infectado por um malware.

Seja para empresas ou usuários comuns, existem diversas opções de antivírus, pagas ou gratuitas.

Mas, você sabe realmente qual a funcionalidade dessa proteção? Entenda abaixo o porquê é imprescindível ter o melhor antivírus em seu computador.

 

O que Acontece com um PC Infectado?

 

Primeiramente, um computador infectado por qualquer tipo de vírus começa a ter problemas técnicos, como a redução de velocidade.

Em casos mais graves, o vírus coloca em risco arquivos confidenciais, facilita ataques cibernéticos, furto de dados bancários ou outras informações pessoais, como fotos, documentos ou arquivos armazenados.

 

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Por que Escolher o Melhor Antivírus para seu PC? 

 

  • Proteção constante e atualizada: golpes e malwares estão cada vez mais sofisticados e frequentes, e as empresas especializadas vêm focando em laboratórios de pesquisas que permitem a descoberta e combate aos mais recentes e diferentes tipos de ataques.

Ou seja, é preciso utilizar uma proteção atualizada constantemente.

  • Todas as plataformas protegidas: geralmente a maioria dos malwares e códigos maliciosos são criados e focados em atingir sistemas operacionais Windows, pois é o mais utilizado no mundo, mas isso não impede que outras plataformas como Mac OS e Linux possam ser afetadas.

Com um bom antivírus, todos os sistemas estarão protegidos, inclusive, o sistema operacional do seu smartphone.

  • Transações mais seguras: é comum fornecermos informações constantemente na web. Dados como RG, CPF, logins e senhas bancárias percorrem diariamente cadastros em diferentes tipos de site.

 Pesquise, compare e escolha o melhor antivírus para suas necessidades. Dessa forma, transações podem ser feitas com mais segurança.

  • Navegação “clean”: além da utilização de um antivírus ser muito importante contra ataques às informações pessoais, um software de segurança também pode funcionar como um escudo para eventuais inconvenientes, como propagandas e outros conteúdos indesejados.

 

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Outras Funcionalidades

 

Além das vantagens citadas acima, algumas outras funções dos softwares antivírus podem ser aproveitadas para facilitar o dia a dia dos usuários.

Uma das principais é a verificação programada, que busca qualquer tipo de ameaça em todo o PC e agiliza o processo de limpeza interna de arquivos e códigos maliciosos.

Alguns aplicativos também são capazes de proteger seu e-mail pessoal ou empresarial, verificando todas as mensagens recebidas. Além disso, é possível integrar o antivírus ao browser, que irá avaliar quais sites são seguros para garantir uma navegação tranquila pela internet.

E para você, qual o melhor antivírus? Conte pra gente nos comentários!

 Imagens: TheDigitalWay (Pixabay), Helloquence (Unsplash)

 

Os animais de estimação na era digital: o que podemos fazer para manter aqueles que amamos seguros

Os animais de estimação na era digital: o que podemos fazer para manter aqueles que amamos seguros

A Kaspersky Lab, em conjunto com a Opeepl, agência de pesquisa, entrevistou 7.765 donos de animais de estimação de 15 países do mundo inteiro* para descobrir como as tecnologias modernas afetam a segurança dos animais. Constatou-se que um quinto dos donos de animais usa algum tipo de dispositivo digital para monitorar ou proteger seu animal doméstico e, para 39%, o uso desses dispositivos acabou gerando um risco para o animal ou seus donos.

 

No final de maio, a Kaspersky Lab publicou um relatório sobre vulnerabilidades de rastreadores de cães e gatos que permitem que os invasores manipulem informações de localização do animal e até roubem dados pessoais do dono. No decorrer do estudo mais recente, descobriu-se que a utilização de tecnologias e dispositivos digitais nas vidas diárias dos animais não se limita apenas aos rastreadores. Entre as ferramentas conhecidas citadas pelos respondentes estavam webcams para vigiar os animais, smartphones e tablets com jogos projetados para os pets, brinquedos digitais, alimentadores/bebedouros automáticos e muitas outras.

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Contudo, existe alguma garantia de que um controle de temperatura com defeito não aqueça demais o peixe ou um alimentador automático sem resposta não deixe um gato passar fome? Esses casos podem ser penosos para os animais e as pessoas que cuidam deles. Segundo a pesquisa, por exemplo, metade dos dispositivos usados com animais têm acesso à Internet, o que os torna vulneráveis a ataques cibernéticos. Cerca de 14% dos donos de animais pesquisados informaram que pelo menos um dos dispositivos digitais que usam com seus pets já foram invadidos por hackers. Outros problemas relatados pelos respondentes incluíram o não funcionamento ou avarias no dispositivo. Na grande maioria dos casos, isso causou riscos para a vida do animal (32%), sua saúde (32%), seu bem-estar emocional (23%) e até o bem-estar emocional dos donos (19%).

“A tecnologia torna a vida mais fácil não apenas para as pessoas, mas também para nossos amigos peludos. Com a ajuda da tecnologia, podemos proteger nossos animais de estimação, cuidar e oferecer conforto a eles. Contudo, da mesma forma que qualquer equipamento digital, é importante lembrar os riscos envolvidos: o dispositivo pode quebrar ou ser invadido por um criminoso virtual. Para evitar consequências desagradáveis, é importante implementar medidas de segurança simples antecipadamente, além de ter um plano alternativo, caso ocorra uma falha ou infecção do dispositivo. E, claro, você precisa escolher seu dispositivo digital com atenção, focando o ponto mais importante: a segurança de seu animal de estimação”, diz David Emm, pesquisador-chefe de segurança da Kaspersky Lab.

Os especialistas da Kaspersky Lab sugerem que os donos de animais de estimação e que têm dispositivos móveis sigam algumas regras simples para garantir não só a sua segurança, mas também de seus companheiros:

– Se você é um dono orgulhoso de uma residência inteligente, defina regras de segurança para os animais que vivem nela, como as que um funcionário da Kaspersky Lab tem em sua casa inteligente preparada para os animais (assista ao vídeo aqui);
– Preste muita atenção aos problemas de segurança dos dispositivos conectados antes de comprá-los. Em geral, as informações sobre vulnerabilidades descobertas e corrigidas estão disponíveis online e são fáceis de encontrar. É provável que o dispositivo que você vai comprar já foi analisado por pesquisadores de segurança, e deve ser possível descobrir se os problemas encontrados foram corrigidos. A melhor opção é comprar produtos que já tiveram várias atualizações de software;
– Antes de usar o dispositivo, altere a senha padrão e defina uma nova senha forte;
– Não permita o acesso externo ao dispositivo de fora da sua rede local, a menos que seja uma necessidade específica para usar o dispositivo;
– Desative todos os serviços de rede que não são necessários para usar o dispositivo;
– Atualize regularmente o firmware do dispositivo para a versão mais recente (assim que as atualizações estiverem disponíveis);
– Para vencer os desafios da cibersegurança de dispositivos inteligentes, a Kaspersky Lab lançou uma solução para residências inteligentes e Internet das Coisas, o Kaspersky IoT Scanner. Esse aplicativo gratuito para a plataforma Android verifica a rede Wi-Fi doméstica, informando o usuário sobre os dispositivos conectados e seu nível de segurança.

*Somente donos de animais que já usaram pelo menos um smartphone participaram da pesquisa. A pesquisa foi realizada online em maio-junho de 2018. Países incluídos: Singapura, Austrália, Índia, Japão, EUA, Brasil, México, Colômbia, Itália, Países Baixos, Portugal, Bélgica, Turquia, Emirados Árabes Unidos, Rússia.

 

 

É verdade ou não?  Kaspersky Lab bloqueia fake news disseminada no WhatsApp

É verdade ou não? Kaspersky Lab bloqueia fake news disseminada no WhatsApp

 

Ultimamente estão sendo disseminadas inúmeras notícias de fontes duvidosas via apps de mensagens instantâneas ou redes sociais. Há 4 anos, essas notícias falsas eram chamadas de boatos, mas elas já são mais conhecidas atualmente como fake news e, na maioria das vezes, os remetentes não conseguem distinguir o que é verdade e o que é falso. Para se ter uma ideia, essas notícias se espalham 70% mais rápido que as verdadeiras em redes sociais como o Twitter, por exemplo, e, alcançam até 100 vezes mais pessoas, é o que aponta o maior estudo já realizado sobre a disseminação de notícias falsas na internet, realizado por cientistas do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts), dos Estados Unidos.

 

E quando a notícia falsa é ligada à política, a disseminação ocorre três vezes mais rápida. No mês passado, a Kaspersky Lab já havia alertado sobre uma campanha maliciosa utilizando a corrida eleitoral para roubar dados pessoais. “Em janeiro deste ano, identificamos também um caso em uma rede social que prometia um suposto vídeo da prisão do ex-presidente Luís Inácio Lula da SilvaEsse foi mais um golpe que utiliza a curiosidade do usuário para disseminar códigos maliciosos”, alerta Fabio Assolini, analista sênior de segurança da Kaspersky Lab.

Infelizmente, as técnicas de engenharia social estão sendo utilizadas também para propagar as fake news. Por exemplo, há mais de um ano está circulando uma notícia falsa sobre uma nova dipirona importada da Venezuela que conteria um vírus com alta taxa de mortalidade chamado Marburg. “O mecanismo é sempre o mesmo: eventos de grande interesse e informações de difícil acesso levanta um certo tempo para serem checadas, permitindo com que o boato se espalhe rapidamente”explica Assolini.

 

fake news

 

Na semana passada, os pesquisadores de segurança da Kaspersky Lab identificaram campanhas no WhatsApp utilizando os institutos de pesquisa com supostos resultados de intensão de voto para o 2º turno. O que mais chamou a atenção deles foi a ausência de mecanismos de monetização. Em vez disso, o golpe leva os usuários para uma página que dissemina fake news, chamado “maislidashoje.com”.

 

fake news

 

Para chegar no site de notícias falsa, o usuário precisa clicar no link da mensagem e responder a enquete sobre qual candidato irá votar – a suposta pesquisa pede ainda a cidade e estado do respondente. Ao concluir esta etapa, o usuário tem que compartilhar a fake news com 10 contatos para, supostamente, confirmar que ele não é um robô. Em seguida, ele é direcionado para o site de notícias com o resultado da pesquisa.

“É muito importante saber que os institutos não fazem pesquisas eleitorais pela internet”, analisa Assolini. “Além disso, foi curioso verificar a ausência de anúncios na página principal. Isto indica que o criminoso por trás da campanha está sendo pago por alguém. Outro fato curioso é que o site apresenta notícias falsas que beneficiam ambos os candidatos, o que impede uma conclusão sobre quem é o mandante da campanha. O que podemos concluir é que o golpista (ou grupo) por trás das mensagens é o mesmo, pois todos sites falsos estão hospedados no mesmo servidor – que também contém golpes maliciosos. Tanto as mensagens de fake news quanto os phishings que coletamos nas últimas semanas são bloqueados pelas soluções da Kaspersky Lab.”

 

Mas nem tudo está perdido

 

Segundo a GlobeScan, consultoria de pesquisa de opinião pública, 79% dos usuários da Internet em todo o mundo estão preocupados com a precisão das informações na Internet – o que também reforça a preocupação de empresas para auxiliar nesse combate. “Alguns órgãos públicos e marcas, principalmente as que são utilizadas como ferramentas de disseminação, têm tomado algumas providências para alertarem os usuários das notícias falsas, seja ensinando a identificá-las ou simplesmente averiguando a procedência da fonte”, diz Assolini. Além disso, existem projetos como o Comprova, que reúne jornalistas de 24 diferentes veículos de comunicação brasileiros para descobrir e investigar informações enganosas, inventadas e deliberadamente falsas durante a campanha presidencial de 2018.

Neste contexto, a Kaspersky Lab quer continuar ajudando usuários a se proteger de conteúdos falsos na web e impedir sua viralização. Para isso, os especialistas da empresa listaram quatro dicas para que os usuários continuem seguros durante sua navegação:

– Sempre verifique a fonte da informação, seja ela uma promoção imperdível ou uma notícia sensacionalista. No caso das fake news, a maioria dos sites falsos são “.com”, ou seja, tem o domínio registrado fora do País. Para ter certeza que a notícia é verdadeira, veja se outros veículos confiáveis publicaram sobre a a mesma notícia;

– Desconfie de anúncios e posts patrocinados em redes sociais que pareçam muito sensacionalistas. Na dúvida, não abra ele. Caso você tenha clicado no anúncio, nunca revele informações pessoais ou confidenciais;

– Certifique-se de que seu computador e dispositivos móveis estejam atualizados com todas as atualizações de software (navegadores, plug-ins, patches de segurança);

– Utilize uma solução de segurança, como o Kaspersky Security Cloud, que protege PC, Mac, iPhone, iPad e Android contra infecções e ataques, anúncios maliciosos e avisa sobre sites perigosos.

Para se manter informado sobre campanhas que usam notícias falsas para espalhar códigos maliciosos, acesse https://securelist.com/.