Robô da Boston Dynamics é capaz de dar um mortal para trás

Robô da Boston Dynamics é capaz de dar um mortal para trás

A Boston Dynamics não é mais uma propriedade do Google/Alphabet, mas seus robôs continuam a nos surpreender a cada dia.

Desta vez, a empresa trouxe um vídeo que mostra o robô Atlas demonstrando suas novas capacidades de salto e, inclusive, dando um incrível mortal para trás (“backflip”).

A divisão de robôs do Google foi adquirida empresa japonesa SoftBank no último mês de junho. Os valores não foram divulgados.

De fato, a tecnologia quer dominar tudo. Até mesmo em sua aula da cross fit. #piada.

Fonte: Google Discovery

Google Duo: veja o que faz esse app e o que ele tem de bom

Google Duo: veja o que faz esse app e o que ele tem de bom

O Google lançou um aplicativo pra lá de bom.

Disponível para Android e iOS, o app Google Duo serve para realizar chamadas de áudio ou vídeo. Ele sincroniza com os seus contatos e realiza chamadas com uma qualidade impressionante.

O Tecnologia Fácil SA realizou testes. A qualidade da chamada é tão boa que causou até dúvida se realmente estava saindo somente pela rede de dados. Parecia uma chamada de voz entregue por uma operadora. Na prática, ele funciona de forma similar a chamada de voz do Whatsapp, porém com uma qualidade melhor.

E o que você gasta com esse app? Somente o seu pacote de dados (se estiver usando o 3G / 4G) ou nada se estiver conectado numa rede WI-FI.

Veja abaixo quais são as informações disponíveis na loja do Google sobre esse aplicativo:

Interface simples
Ligue para seus contatos com apenas um toque, em uma interface simples com vídeo.

Knock Knock
Veja quem está ligando antes de atender com a visualização ao vivo do Duo.

Vídeo de alta qualidade
Faça videochamadas de forma mais rápida e confiável, com Wi-Fi ou em qualquer lugar.

Multiplataforma
Faça videochamadas para seus amigos no Android e no iOS com um único app simples.

Chamadas de áudio
Faça chamadas de áudio para seus amigos quando você não puder fazer uma videochamada.

Pré requisitos

  • Android 4.1 ou superior;
  • iOS 9.0 ou superior.

Compatível

  • iPhone;
  • iPad;
  • iPod touch;
  • Demais modelos de smartphones que usam sistema Android.

Google lança novos equipamentos em impulso no mercado de hardware

Google lança novos equipamentos em impulso no mercado de hardware

O Google lançou nesta quarta-feira a segunda geração do seu celular Pixel, junto com novos alto-falantes ativados por voz, redobrando a aposta em hardware, na esteira de crescente competição com Apple e Amazon.com.

Os equipamentos incluem laptop Pixelbook, fones de ouvido sem fio e uma câmera no estilo GoPro e operam com sistemas operacionais e serviços do Google. Isso significa que o uso dos dispositivos deve estimular o principal negócio da empresa, a venda de anúncios, à medida que consumidores de hardware usam serviços do Google como ferramenta de busca e mapas.

O celular Pixel 2 terá dois tamanhos com preço inicial em 649 dólares para o modelo base, e 849 dólares para o modelo maior. Os aparelhos ficarão disponíveis do dia 19.

O Pixelbook, com preço de 999 dólares, é o primeiro laptop operado pelo Google Assistant e suportará o Snapchat, da Snap. O computador estará disponível a partir do dia 31.

O alto-falante Google Home Mini, que concorrerá com o Echo Dot, da Amazon, custará 49 dólares nos EUA, no final do ano.

O Pixel estreou há um ano, com analistas estimando vendas de mais de 2 milhões, impulsionando receitas não publicitárias do Google. A categoria “outros” da empresa, que inclui hardware e vendas de serviços de armazenamento online, representou cerca de 12 por cento das vendas globais no trimestre mais recente.

No mês passado, a empresa expandiu o desenvolvimento de hardware ao incorporar uma equipe de engenharia de celulares de 2 mil pessoas na HTC por 1,1 bilhão de dólares.

Fonte: Reuters

Google ameniza regras sobre artigos gratuitos e planeja ferramentas de assinatura

Google ameniza regras sobre artigos gratuitos e planeja ferramentas de assinatura

O Google anunciou no domingo que os sites de notícias por assinatura não vão mais precisar fornecer aos usuários três artigos gratuitos por dia ou enfrentar rebaixamentos nos resultados de pesquisa, relaxando suas regras após reclamações de gigantes de mídia como a News Corp de que suas vendas estavam sendo prejudicadas.

Na última década, a política de “primeiro clique livre” do Google ajudou a garantir que não-pagantes não fossem sufocados por paywalls quando clicavam em artigos de notícias após buscas.

O Google, o maior unidade da Alphabet, argumentava que as amostras gratuitas levariam a um aumento das assinaturas.

Mas, com a exceção de algumas publicações, as assinaturas online não decolaram como o pretendido e as empresas de mídia, como a News Corp, controladora do The Wall Street Journal, passaram a reclamar cada vez mais que o uso dessas amostras estava reduzindo as vendas.

Este ano, o Wall Street Journal deixou de respeitar a política do Google, o que correspondeu a uma queda nos rankings de pesquisa, mas levou a um aumento das assinaturas.

“Ao longo do ano passado, obtivemos indícios claros de que, sim, seria importante para as editoras aumentarem as receitas de assinatura”, disse Richard Gingras, vice-presidente do Google para notícias.

Ele disse que o número de empresas de notícias com paywalls atingiu uma massa crítica no ano passado, ao ponto de fazer sentido para o Google começar a desenvolver ferramentas para elas.

O Google agora está contando com um relaxamento das regras e um software de assinaturas que está em desenvolvimento para impedir que o Wall Street Journal e outras publicações retenham conteúdo valioso.

Daqui para frente, os editores poderão escolher a quantidade ou mesmo decidir se disponibilizarão artigos gratuitos que desejam oferecer aos usuários do Google.

O Google também planeja lançar um software gratuito nos próximos meses para editoras que permite aos usuários pagar pelo conteúdo com informações dos cartões de crédito fornecidas previamente ao gigante da pesquisa.

O objetivo é facilitar as compras rápidas que podem levar apenas um clique, disse Gingras. Os nomes e os emails dos clientes serão compartilhados com as editoras.

Fonte: Reuters