Por que suas mensagens no WhatsApp poderão ser apagadas para sempre na 2ª feira

Por que suas mensagens no WhatsApp poderão ser apagadas para sempre na 2ª feira

BBC

Você usa WhatsApp e tem o sistema operacional Android no seu celular? Então, é melhor fazer uma cópia de segurança das suas mensagens o quanto antes.

O Android é o sistema operacional da maior parte dos celulares Samsung, por exemplo.

A partir do dia 12 de novembro, todas as mensagens de WhatsApp que não estejam guardadas serão apagadas para quem não usa o sistema operacional da Apple, o iOS.

O anúncio se deve a um acordo feito entre o WhatsApp (que pertence ao Facebook) e o Google para permitir que todas as conversas, fotos e vídeos enviados pelo aplicativo possam ser armazenados no Google Drive, o serviço de hospedagem de arquivos do buscador, sem consumir espaço da conta do usuário.

A má notícia é que, se você não fez uma cópia de segurança das mensagens nos últimos 12 meses, o WhatsApp apagará todas as suas mensagens antigas, assim como todos os vídeos e fotos. Em muitos celulares, as mensagens são armazenadas de forma automática, periodicamente.

Em um comunicado na página do WhatsApp na internet, a empresa explicou que “para evitar a perda destes dados, recomendamos que se faça uma cópia de segurança dos seus dados no WhatsApp antes do dia 12 de novembro de 2018”.

A mudança só afetará usuários de Android, pois o WhatsApp já tem acordo com a Apple para que os usuários de iPhone possam guardar seus dados na nuvem iCloud.

 

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As fotos e vídeos também podem ser perdidos, se não forem guardados

 

“Você pode guardar suas mensagens e arquivos multimídia no Google Drive e, caso mude para outro telefone Android, poderá recuperar os arquivos”, disse o WhatsApp a respeito do acordo com o Google.

A empresa recomenda, ainda, que se conecte o telefone a uma rede Wi-Fi antes de fazer a cópia de segurança no Google Drive, uma vez que “o arquivo pode variar de tamanho e consumir uma grande quantidade de dados móveis, gerando cobranças por parte da operadora de telefonia”.

Rayita

Como criar uma cópia de segurança do Google Drive

 

  1. Abra o WhatsApp
  2. Clique em “Menu” (os três pontinhos acima das conversas); depois em “Configurações”; depois em “Conversas”; e depois em “Backup de conversas”.
  3. Clique em “Fazer Backup”. Note que, logo abaixo, há uma série de opções a serem configuradas pelo usuário. Você pode decidir a periodicidade destes backups, e se quer incluir vídeos.
  4. Na maioria dos casos, a sua conta do Google já aparecerá no campo “conta”. Se você não tiver conta, ou se esta não aparecer, clique em “adicionar conta”.

Fonte: WhatsApp

Rayita

 

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Dados armazenados nos celulares são parte cada vez mais importante de nossas vidas

 

Sem encriptação

 

Poder guardar seus dados sem usar espaço do telefone é uma boa notícia, mas alguns analistas criticaram a solução oferecida pelo WhatsApp.

É que, enquanto as conversas do WhatsApp são protegidas por um sistema de criptografia de ponta a ponta, as cópias de segurança do Google Drive não são.

Isso não significa que a informação se tornará pública, mas a falta da criptografia ponta a ponta torna as mensagens guardadas na nuvem mais suscetíveis de serem roubadas por pessoas e softwares mal-intencionados.

 

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O Android, representado pelo robôzinho verde, é o sistema operacional desenvolvido do Google

 

A solução proposta pelo WhatsApp é redobrar os cuidados com sua senha do Google Drive.

É preciso considerar, porém, que desde 2015, ano em que surgiu a possibilidade de fazer backups de mensagens do WhatsApp no Google Drive, não houve nenhum incidente de roubo de mensagens, segundo a empresa.

 

 

É verdade ou não?  Kaspersky Lab bloqueia fake news disseminada no WhatsApp

É verdade ou não? Kaspersky Lab bloqueia fake news disseminada no WhatsApp

 

Ultimamente estão sendo disseminadas inúmeras notícias de fontes duvidosas via apps de mensagens instantâneas ou redes sociais. Há 4 anos, essas notícias falsas eram chamadas de boatos, mas elas já são mais conhecidas atualmente como fake news e, na maioria das vezes, os remetentes não conseguem distinguir o que é verdade e o que é falso. Para se ter uma ideia, essas notícias se espalham 70% mais rápido que as verdadeiras em redes sociais como o Twitter, por exemplo, e, alcançam até 100 vezes mais pessoas, é o que aponta o maior estudo já realizado sobre a disseminação de notícias falsas na internet, realizado por cientistas do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts), dos Estados Unidos.

 

E quando a notícia falsa é ligada à política, a disseminação ocorre três vezes mais rápida. No mês passado, a Kaspersky Lab já havia alertado sobre uma campanha maliciosa utilizando a corrida eleitoral para roubar dados pessoais. “Em janeiro deste ano, identificamos também um caso em uma rede social que prometia um suposto vídeo da prisão do ex-presidente Luís Inácio Lula da SilvaEsse foi mais um golpe que utiliza a curiosidade do usuário para disseminar códigos maliciosos”, alerta Fabio Assolini, analista sênior de segurança da Kaspersky Lab.

Infelizmente, as técnicas de engenharia social estão sendo utilizadas também para propagar as fake news. Por exemplo, há mais de um ano está circulando uma notícia falsa sobre uma nova dipirona importada da Venezuela que conteria um vírus com alta taxa de mortalidade chamado Marburg. “O mecanismo é sempre o mesmo: eventos de grande interesse e informações de difícil acesso levanta um certo tempo para serem checadas, permitindo com que o boato se espalhe rapidamente”explica Assolini.

 

fake news

 

Na semana passada, os pesquisadores de segurança da Kaspersky Lab identificaram campanhas no WhatsApp utilizando os institutos de pesquisa com supostos resultados de intensão de voto para o 2º turno. O que mais chamou a atenção deles foi a ausência de mecanismos de monetização. Em vez disso, o golpe leva os usuários para uma página que dissemina fake news, chamado “maislidashoje.com”.

 

fake news

 

Para chegar no site de notícias falsa, o usuário precisa clicar no link da mensagem e responder a enquete sobre qual candidato irá votar – a suposta pesquisa pede ainda a cidade e estado do respondente. Ao concluir esta etapa, o usuário tem que compartilhar a fake news com 10 contatos para, supostamente, confirmar que ele não é um robô. Em seguida, ele é direcionado para o site de notícias com o resultado da pesquisa.

“É muito importante saber que os institutos não fazem pesquisas eleitorais pela internet”, analisa Assolini. “Além disso, foi curioso verificar a ausência de anúncios na página principal. Isto indica que o criminoso por trás da campanha está sendo pago por alguém. Outro fato curioso é que o site apresenta notícias falsas que beneficiam ambos os candidatos, o que impede uma conclusão sobre quem é o mandante da campanha. O que podemos concluir é que o golpista (ou grupo) por trás das mensagens é o mesmo, pois todos sites falsos estão hospedados no mesmo servidor – que também contém golpes maliciosos. Tanto as mensagens de fake news quanto os phishings que coletamos nas últimas semanas são bloqueados pelas soluções da Kaspersky Lab.”

 

Mas nem tudo está perdido

 

Segundo a GlobeScan, consultoria de pesquisa de opinião pública, 79% dos usuários da Internet em todo o mundo estão preocupados com a precisão das informações na Internet – o que também reforça a preocupação de empresas para auxiliar nesse combate. “Alguns órgãos públicos e marcas, principalmente as que são utilizadas como ferramentas de disseminação, têm tomado algumas providências para alertarem os usuários das notícias falsas, seja ensinando a identificá-las ou simplesmente averiguando a procedência da fonte”, diz Assolini. Além disso, existem projetos como o Comprova, que reúne jornalistas de 24 diferentes veículos de comunicação brasileiros para descobrir e investigar informações enganosas, inventadas e deliberadamente falsas durante a campanha presidencial de 2018.

Neste contexto, a Kaspersky Lab quer continuar ajudando usuários a se proteger de conteúdos falsos na web e impedir sua viralização. Para isso, os especialistas da empresa listaram quatro dicas para que os usuários continuem seguros durante sua navegação:

– Sempre verifique a fonte da informação, seja ela uma promoção imperdível ou uma notícia sensacionalista. No caso das fake news, a maioria dos sites falsos são “.com”, ou seja, tem o domínio registrado fora do País. Para ter certeza que a notícia é verdadeira, veja se outros veículos confiáveis publicaram sobre a a mesma notícia;

– Desconfie de anúncios e posts patrocinados em redes sociais que pareçam muito sensacionalistas. Na dúvida, não abra ele. Caso você tenha clicado no anúncio, nunca revele informações pessoais ou confidenciais;

– Certifique-se de que seu computador e dispositivos móveis estejam atualizados com todas as atualizações de software (navegadores, plug-ins, patches de segurança);

– Utilize uma solução de segurança, como o Kaspersky Security Cloud, que protege PC, Mac, iPhone, iPad e Android contra infecções e ataques, anúncios maliciosos e avisa sobre sites perigosos.

Para se manter informado sobre campanhas que usam notícias falsas para espalhar códigos maliciosos, acesse https://securelist.com/.

 

 

Facebook diz que hackers roubaram dados de 29 milhões de usuários

Facebook diz que hackers roubaram dados de 29 milhões de usuários

recursos

 

O Facebook disse nesta sexta-feira ter confirmado que os hackers que atuaram numa brecha de segurança divulgada no mês passado acessaram as contas de cerca de 30 milhões de pessoas e roubaram nome e detalhes de contato de 29 milhões.

O Facebook informou no final de setembro que os hackers haviam roubado códigos de acesso digital, permitindo que assumissem quase 50 milhões de contas de usuários em sua pior violação de segurança de todos os tempos, mas não confirmou, à época, se as informações haviam sido realmente roubadas.

Falha de segurança no Facebook afeta 50 milhões de contas

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A empresa disse que para 15 milhões de pessoas os invasores acessaram dois conjuntos de informações: nome e detalhes de contato, incluindo número de telefone, e-mail ou ambos, dependendo do que os indivíduos tinham em seus perfis.

Para outras 14 milhões de pessoas, os hackers também acessaram outros detalhes incluindo nome de usuário, gênero, localidade/idioma, status de relacionamento, religião, cidade natal, data de nascimento, dispositivos usados ​​para acessar o Facebook, educação, trabalho e os últimos 10 locais onde estiveram ou em que foram marcados.

“Estamos cooperando com o FBI, que está investigando ativamente e nos pediu para não discutir quem pode estar por trás desse ataque”, disse o Facebook em um post no blog.

 

 

Falha de segurança no Facebook afeta 50 milhões de contas

Falha de segurança no Facebook afeta 50 milhões de contas

 

Facebook

 

Após diversos relatos de usuários percebendo suas contas deslogadas no computador e no celular, a rede social anunciou uma falha de segurança que afetou quase 50 milhões de contas.

 

O Facebook anunciou nesta sexta-feira (28), que um incidente de segurança afetou quase 50 milhões de contas. O time de engenharia da rede social ainda tem investigado as razões para a falha de segurança no Facebook, mas afirmam que uma vulnerabilidade no código permitiu que invasores roubassem tokens de acesso às contas das pessoas.

 

Hackers realizaram uma invasão no Facebook?

 

De acordo com pronunciamento oficial, feito através do Newsroom, não há confirmação de que hackers invadiram o Facebook. A vulnerabilidade foi encontrada na funcionalidade “ver como”, que permite que pessoas vejam seus perfis aparecem para outras. Os invasores usaram desta brecha para roubar tokens de acesso pessoais, que são como chaves digitais que mantém as pessoas logadas em suas contas no Facebook, para que não precisem digitar suas senhas todas as vezes que acessam a rede social.

 

Minha conta do Facebook foi deslogada, ela está segura?

 

Muitos usuários têm relatado nas redes que seu Facebook deslogou sozinho, assim como o Messenger, e buscado informações sobre se suas contas estão seguras ou se precisam mudar suas senhas.

Segundo Emilio Simoni, Diretor do dfndr lab – laboratório de segurança digital – a falha de segurança no Facebook faz com que o atacante consiga logar em qualquer conta vulnerável e se passe pelo usuário.

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No entanto, os usuários não precisam se preocupar em trocar as senhas. “Como o próprio Facebook afirma que já invalidou quase 90 milhões de tokens, mais até do que aqueles que foram atingidos pela vulnerabilidade, não há razão para mudar as senhas. Os acessos feitos sem autorização já foram encerrados e por essa razão as contas foram deslogadas”, afirma Simoni.

De toda forma, é importante verificar se o atacante não utilizou a sua conta com propósitos maliciosos como para postar ou enviar links e arquivos maliciosos para os seus amigos do Facebook.

 

Como verificar movimentações suspeitas no seu Facebook

 

O Facebook permite que você acesse sua conta e verifique as conexões feitas por dispositivos diferentes, além de marcar os lugares e, até mesmo, descrever o sistema operacional do aparelho que acessou sua conta.

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Vá até o menu e toque em Configurações. Em seguida, selecione Segurança e Login. Confira a categoria “Onde você se conectou” e fique atento aos dispositivos que estão conectados e encerre a atividade dos que não forem familiares para você.

Caso receba algum link suspeito na rede social, a recomendação do especialista em segurança é não acessar o site e avisar ao seu amigo sobre a movimentação. Aplicativos de segurança, como o dfndr security – antivírus gratuito para Android – avisam proativamente caso um link recebido no Facebook, WhatsApp ou SMS represente uma ameaça para o seu celular. Para instalar grátis, basta tocar aqui.

 

 

Como ver os comentários e curtidas dos amigos no Facebook

Como ver os comentários e curtidas dos amigos no Facebook

Facebook

 

Recurso “escondido” permite que você saiba quais foram as fotos que seus amigos curtiram e comentaram

 

O Facebook é hoje a rede social mais popular do mundo e chega a ser difícil conhecer alguém que resista à facilidade de interagir com amigos e familiares através do espaço virtual. Apesar disso, é preciso ter cuidado com o que você publica, compartilha, curte e comenta online. Mas será que há como saber tudo que a pessoa curte no Facebook?

Tem como saber tudo que a pessoa curte no Facebook?

O especialista em privacidade do dfndr lab, laboratório de segurança digital, Frank Vieira, explica que somente é possível localizar o conteúdo curtido se ele estiver em modo público: “Se a pessoa publicou, curtiu ou comentou algo que está com a privacidade restrita a amigos, apenas contatos na rede social poderão ter acesso através dessa busca. Ou seja: só há como saber tudo que a pessoa curte no Facebook, se todos os conteúdos curtidos por ela estiverem públicos ou estiverem sido publicados por amigos seus na rede.”

Para checar as publicações públicas que o seu amigo andou curtindo, é só seguir o passo a passo abaixo:

1. Abra o aplicativo ou site do Facebook
2. Na barra de busca, escreva “photos liked by + nome do seu amigo” para ver as fotos que seu amigo curtiu.
3. Para os comentários de outro usuário, digite “photos commented by + nome do seu amigo”.

Repare que as fotos virão fora da ordem cronológica, algumas muito antigas entrarão na lista, e se houver algum homônimo de quem você procura no Facebook, as fotos curtidas e comentadas por esta pessoa também aparecerão listadas.

Para refinar ainda mais sua busca, você pode adicionar termos em inglês que descrevam o que você procura. Por exemplo, ao digitar: “Photos liked by + nome do seu amigo + that are from 2018”, você verá o conteúdo deste ano, ao utilizar “that are from this month”, interações do mês, e “that are from today”, do mesmo dia.

Caso você queira conferir fotos comentadas/curtidas por você, basta trocar o nome do amigo por “me”.

Proteja suas redes sociais contra curiosos

Para ficar ainda mais seguro, a recomendação do especialista de privacidade do dfndr lab é manter as suas publicações na rede social em modo privado e colocar senhas extras para barrar o acesso de intrusos a aplicativos em que você troca informações pessoais, como o Facebook e WhatsApp. O dfndr security, aplicativo de segurança e privacidade para Android, possui a função Cofre que deixa você escolher gratuitamente quais aplicativos deseja proteger com senha extra. Para instalar no seu Android, é só clicar aqui.

 

 

Como saber se seu WhatsApp está sendo rastreado

Como saber se seu WhatsApp está sendo rastreado

Facebook

Descubra se estão espionando as suas conversas do WhatsApp

 

O WhatsApp é o aplicativo de mensagens mais utilizado no Brasil e no mundo. Por meio dele, é possível compartilhar qualquer tipo de conteúdo, desde mensagens de texto a vídeos e GIFs. Muitos usuários confiam tanto no app, que não se importam de enviar fotos íntimas e dados sigilosos, como os de banco, logins e senhas, por exemplo.

Mas será que o mensageiro é de fato seguro? Será que existe alguma forma de saber se seu WhatApp está sendo rastreado e suas conversas estão sendo monitoradas por alguém?

A resposta para as duas perguntas é sim!

O WhatsApp oferece diferentes funções que visam garantir a segurança dos seus usuários quando o assunto é acesso e monitoramento do app.

 

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Por exemplo: se um usuário optar por usar o WhatsApp em um celular sem chip, ele necessariamente vai precisar informar um número de telefone existente e ativo. Ao informar esse número, a central de segurança do app envia um SMS com um código para validar o acesso.
Logo, se você receber um SMS como este, é sinal que alguma outra pessoa está tentando rastrear suas conversas por meio de outro aparelho de celular.

 

Confira outras formas de saber se seu WhatsApp está sendo rastreado:

 

WhatsApp Web

 

É possível acessar o app via navegadores de desktop usando a função WhatsApp Web. Dessa forma, se alguém pegar seu celular sem a sua permissão, conectá-lo a um computador e devolvê-lo a você, ele conseguirá visualizar suas mensagens instantaneamente mesmo sem o aparelho por perto.

Para descobrir se alguém está monitorando suas conversas por meio dessa função, abra o aplicativo, vá até as Configurações/Ajustes e selecione WhatsApp Web.

Se estiverem usando o seu WhatsApp, aparecerá o nome do dispositivo no qual ele está conectado. Para desconectar, basta selecionar Sair de Todos os Computadores.

Porém, se sua câmera abrir imediatamente para efetuar a leitura de QR Code, fique tranquilo porque ninguém está te espionando.

 

Histórico de mensagens e download de mídias

 

Verifique nas suas conversas atuais se existem mensagens que foram supostamente enviadas por você ou se há algum áudio que você não ouviu mas aparece como se estivesse ouvido.

E se a função Download automático de mídia estiver desativada no seu aplicativo, verifique também se existem fotos e vídeos que não foram baixados por você.

É muito comum que esses tipos de movimentações suspeitas ocorram quando um malware se instala no seu celular para monitorar o que você faz no aparelho ou quando sua linha telefônica é clonada, dando acesso ao seu WhatsApp por meio de outros dispositivos.

 

Tenho certeza que meu WhatsApp está sendo rastreado. E agora?

 

De acordo com o Emilio Simoni, Diretor do dfndr lab – laboratório especializado em segurança digital-, uma vez identificado que seu WhatsApp está sendo rastreado, é preciso tomar algumas medidas de segurança importantes.

Se você estiver sendo espionado por meio do WhatsApp Web, que obrigatoriamente solicita que o usuário abra o aplicativo para validar o acesso, provavelmente alguém está mexendo diretamente no seu celular sem a sua permissão. Para que isso não volte a acontecer, uma boa opção é colocar uma senha extra no aplicativo. “Invista em um aplicativo de segurança que também conte com funções de privacidade. O dfndr security, por exemplo, é grátis e disponibiliza o Cofre que permite criar senha extra para qualquer app do seu celular, incluindo o WhatsApp”, explica Simoni.

Se você for notificado via SMS ao tentarem acessar suas conversas por meio de um outro celular, o ideal é ativar todas as outras funções de segurança disponibilizadas pelo próprio WhatsApp.
Abra o aplicativo, vá até as Configurações/Ajustes e selecione Conta.
Na opção Segurança, ative a Exibir Notificações de Segurança. Volte para a tela anterior e ative também a Verificação em Duas Etapas.

Em casos de suspeitas de malwares, é imprescindível fazer uma verificação de segurança no seu celular. Além de interferir no WhatsApp, eles podem trazer riscos para os seus dados e outros aplicativos.
O aplicativo dfndr security também é capaz de identificar, bloquear e remover malwares, vírus e phishings.

Já para a suspeita de clonagem de linha telefônica, a recomendação é entrar em contato com a sua operadora de celular e solicitar um número novo.