Google Duo: veja o que faz esse app e o que ele tem de bom

Google Duo: veja o que faz esse app e o que ele tem de bom

O Google lançou um aplicativo pra lá de bom.

Disponível para Android e iOS, o app Google Duo serve para realizar chamadas de áudio ou vídeo. Ele sincroniza com os seus contatos e realiza chamadas com uma qualidade impressionante.

O Tecnologia Fácil SA realizou testes. A qualidade da chamada é tão boa que causou até dúvida se realmente estava saindo somente pela rede de dados. Parecia uma chamada de voz entregue por uma operadora. Na prática, ele funciona de forma similar a chamada de voz do Whatsapp, porém com uma qualidade melhor.

E o que você gasta com esse app? Somente o seu pacote de dados (se estiver usando o 3G / 4G) ou nada se estiver conectado numa rede WI-FI.

Veja abaixo quais são as informações disponíveis na loja do Google sobre esse aplicativo:

Interface simples
Ligue para seus contatos com apenas um toque, em uma interface simples com vídeo.

Knock Knock
Veja quem está ligando antes de atender com a visualização ao vivo do Duo.

Vídeo de alta qualidade
Faça videochamadas de forma mais rápida e confiável, com Wi-Fi ou em qualquer lugar.

Multiplataforma
Faça videochamadas para seus amigos no Android e no iOS com um único app simples.

Chamadas de áudio
Faça chamadas de áudio para seus amigos quando você não puder fazer uma videochamada.

Pré requisitos

  • Android 4.1 ou superior;
  • iOS 9.0 ou superior.

Compatível

  • iPhone;
  • iPad;
  • iPod touch;
  • Demais modelos de smartphones que usam sistema Android.

Adidas expande presença digital e lança aplicativo para clientes

Adidas expande presença digital e lança aplicativo para clientes

O novo app permite uma experiência de compra perfeita, serviços personalizados e inspiração em esporte e estilo para os consumidores

“Para você, por você, com você” é o lema do novo aplicativo adidas, que a empresa de artigos esportivos lançou no Dreamforce 2017, maior conferência de software do mundo, realizada de 6 a 9 de novembro em São Francisco, na Califórnia (EUA). O novo aplicativo usa tecnologia Salesforce, líder global em CRM, e está disponível para download na Apple Store e no Google Play Store dos EUA e do Reino Unido.

app adidas fornece uma experiência adaptada às preferências e ao comportamento do consumidor. Oferece acesso fácil às ofertas de produtos da loja online da adidas e também recomendações personalizadas de produtos e inspiração através de artigos, postagens em blog, vídeos e atualizações em tempo real sobre esportes, atletas e produtos que interessam aos clientes. As compras podem ser feitas diretamente no aplicativo usando o Apple Pay e o Android Pay, onde também é possível rastrear seu pedido e conversar com o serviço de atendimento ao cliente. A adidas planeja lançar o app com tecnologia Salesforce em outros países até o primeiro semestre de 2018.

“Com o aplicativo adidas, estamos realmente aprimorando e personalizando a experiência do cliente. O app é um ótimo exemplo das experiências premium, conectadas e personalizadas que queremos criar em todos os nossos pontos de contato com o consumidor. Ele nos ajuda a conectar e criar relações diretas com nossos clientes, inspirando-os em sua própria jornada com esporte e estilo, além de oferecer os produtos e serviços que eles realmente querem e precisam, quando e onde desejarem. O aplicativo é uma parte integrada do ecossistema digital adidas: isso nos permite fazer evoluir ainda mais o nosso negócio e garantir que o comércio eletrônico continue a ser o nosso canal de vendas de crescimento mais rápido”, disse Joseph Godsey, diretor de Comércio de Marcas Digitais da adidas.

A redefinição de sua presença digital faz parte do compromisso da adidas de atingir uma maior centralização de clientes e acelerar a transformação digital em toda a sua organização, como parte de sua estratégia “Criando o Novo” para 2020. Globalmente, os sites www.adidas.com e www.reebok.com já são hoje os pontos de venda mais importantes e lucrativos da marca. Até 2020, a empresa planeja atingir €4 bilhões em vendas provenientes de suas próprias plataformas de comércio eletrônico, em comparação com €1 bilhão em 2016.

Prefeituras de SP e RJ anunciam parceria e lançam aplicativos próprios de táxi

Prefeituras de SP e RJ anunciam parceria e lançam aplicativos próprios de táxi

A prefeitura de São Paulo lançou nesta quarta-feira seu próprio aplicativo para taxistas, em uma parceria para cooperação tecnológica com a prefeitura do Rio de Janeiro.

Em evento realizado em São Paulo, os prefeitos João Doria (PSDB-SP)e Marcelo Crivella (PRB-RJ) anunciaram o acordo no qual a prefeitura do Rio irá ceder gratuitamente a tecnologia de desenvolvimento do aplicativo para São Paulo.

O objetivo, segundo as prefeituras, é oferecer mais competitividade aos taxistas, em um mercado já disputado por empresas como Uber, Cabify e 99.

“Ele (taxista) agora poderá disputar de igual para igual com os demais aplicativos. Ele poderá oferecer descontos e disputar viagens no mercado, o que antes ele não podia”, disse Crivella.

“Em pontos turísticos, a prefeitura vai dar condição a esse seu agente de ter exclusividade. O que faz com que o jogo comece a ficar um pouco mais equilibrado.”

O SP Táxi e o Taxi.Rio, como foram nomeados os aplicativos, também serão gratuitos para os motoristas, ao contrário das empresas particulares, que cobram uma porcentagem sobre as corridas dos motoristas. Apesar disso, autoridades das duas cidades descartaram que haverá concorrência predatória.

“Não é sobre ser contra o Uber, mas sim, ser a favor do táxi”, disse Fábio Pimentel, presidente do Iplanrio, agência pública carioca que desenvolveu o aplicativo.

O Taxi.Rio já opera em fase de testes desde junho, com 500 usuários selecionados e sete mil motoristas cadastrados, será aberto para a população na última segunda-feira de outubro, de acordo com Pimentel.

A previsão da prefeitura paulista é que a transferência e adaptação da tecnologia para São Paulo, bem como cadastramento de motoristas e fase de testes, aconteça em 90 dias, enquanto a disponibilização para a população ocorrerá em janeiro de 2018.

Todo o projeto será adaptado em São Paulo pela estatal Prodesp, sem a contratação de empresas terceirizadas. Ainda não há estimativa de custos para os cofres públicos paulistas, mas o secretário de Transportes de São Paulo, Sergio Avelleda, disse que o gasto será menor que os 2 milhões de reais desembolsados pelo Rio em seu próprio aplicativo.

As prefeituras também enxergam uma possibilidade de economia com os aplicativos. No futuro, uma das opções cogitadas é a adoção dos aplicativos para o transporte de funcionários, nos moldes de um contrato lançado pela prefeitura paulista esse ano, do qual a 99 saiu vencedora.

Questionado sobre a possível adoção do SP Táxi para esse fim, Avelleda disse que essa era uma possibilidade que deveria ser analisada, mas que o contrato atual com a 99 será mantido.

“Seguramente, a prefeitura já assinou o contrato e vai cumpri-lo. Quando terminar o contrato poderá ser avaliada a alternativa da prefeitura usar esse aplicativo”, disse Avelleda.

Procurada pela Reuters, a 99 manifestou apoio à iniciativa. “A 99 é sempre a favor que o passageiro e o motorista tenham opção. Quanto mais opções melhor.”

O secretário paulista também não acredita que o aplicativo possa canibalizar o Kabx, aplicativo lançado há pouco tempo pelo Sindicato dos Taxistas Autônomos de São Paulo.

“Acho que tem espaço para todo mundo. Vamos conversar com o sindicato dos taxistas para ‘customizar’ nosso aplicativo de acordo com as necessidades deles e podemos até pensar em eles aderirem, ou não, mas é um mercado muito grande”, disse Avelleda.

De acordo com dados da prefeitura de São Paulo, a capital conta com 37,5 mil alvarás de táxi e quase 77 mil motoristas credenciados ativos.

Procuradas pela Reuters, Uber e Cabify não responderam imediatamente a um pedido de comentários. Já o Sindicato dos Taxistas Autônomos de São Paulo afirmou em nota que os taxistas passarão a ter “uma vantagem na concorrência com outros aplicativos que atuam sem regulamentação, como Uber, 99 e Cabify, e cobram altas porcentagens dos motoristas sobre cada corrida”.