Snapchat será redesenhado, à medida que crescimento desaponta Wall Street

Snapchat será redesenhado, à medida que crescimento desaponta Wall Street

A Snap está redesenhando seu aplicativo de mensagens temporárias Snapchat na tentativa de alcançar um público mais amplo, à medida que Wall Street se desaponta com mais um trimestre de desaceleração no crescimento de usuários.

A empresa, com sede na Califórnia, cuja estreia no mercado de ações em março foi o mais quente de qualquer listagem de tecnologia em anos, registrou receita e crescimento de usuários para o terceiro trimestre bem abaixo das expectativas de Wall Street, enquanto tenta competir com o Instagram do Facebook.

Os usuários ativos diários subiram para 178 milhões no terceiro trimestre, ante 173 milhões no trimestre anterior. Analistas esperavam 181,8 milhões, de acordo com a empresa de pesquisa FactSet.

O presidente-executivo, Evan Spiegel, disse que a empresa estava remodelando o aplicativo depois de ouvir durante anos que o Snapchat era difícil de entender ou de usar.

Spiegel afirmou que existe uma “forte probabilidade” de que a reformulação será perturbadora no curto prazo, mas disse que a Snap está disposta a correr o risco para ter ganhos a longo prazo.

A Snap registrou um prejuízo líquido de 443,2 milhões de dólares, ou 0,36 dólar por ação, ante uma perda de 124,2 milhões de dólares, ou 0,15 dólar por ação, no ano anterior. Wall Street esperava uma perda de 0,32 dólar por ação, de acordo com a Thomson Reuters I/B/E/S.

Fonte: Reuters

Dois terços dos adultos norte-americanos se informam pelas redes sociais, mostra pesquisa

Dois terços dos adultos norte-americanos se informam pelas redes sociais, mostra pesquisa

Em torno de dois terços dos adultos norte-americanos estão recebendo “ao menos algumas de suas notícias em redes sociais” de acordo com uma pesquisa realizada pelo Pew Research Center esta semana.

Cerca de 67 por cento dos adultos norte-americanos de alguma forma dependem das redes sociais como Facebook, Twitter e Snapchat para se informarem, mostrou a pesquisa, ante 62 por cento em 2016.

Pela primeira vez, os pesquisadores também descobriram que 55 por cento dos norte-americanos com mais de 50 anos estavam consumindo notícias em mídias sociais, uma alta em relação aos 45 por cento do ano passado.

Aqueles com menos de 50 anos continuam mais propensos a receber notícias desses sites — 78 por cento disseram que consomem informação nas redes sociais, mesma participação verificada em 2016.

Facebook permanece como a plataforma dominante para notícias, com 45 por cento dos norte-americanos adultos dizendo que se informam pela rede social. O YouTube, da Alphabet, é o segundo com 18 por cento, enquanto cerca de 11 por cento dizem buscar notícias no Twitter.

Apesar do Twitter ainda estar atrás em relação ao Facebook e o YouTube no número total de consumidores de notícias, o microblog parece continuar se beneficiando do presidente Donald Trump, um dos políticos mais ativos na plataforma.

A pesquisa descobriu que 74 por cento dos adultos norte-americanos que usam o Twitter dizem se informar pela plataforma, acima dos 59 por cento verificados em 2016.